
O troço abrangido por esta intervenção tem início após o nó com a A25, segundo uma orientação Sul/Norte, numa extensão aproximada de 4.506 metros, e termina junto à Zona Industrial. Estão previstos seis nós de ligação à rede viária existente, nomeadamente quatro rotundas e um nó desnivelado (nó de Albergaria Norte). No nó com a EN 16, vai substituir-se o entroncamento de acesso a Valmaior por uma rotunda.
Esta intervenção vai, ainda, melhorar significativamente as acessibilidades à zona da Senhora do Socorro e ao Reguinho, com novas vias que garantem melhores opções e mais segurança.
Faz também parte da presente empreitada a beneficiação de aproximadamente 1.200 metros da Variante ao Sobreiro e a implantação de duas rotundas que estabeleçam a ligação à Zona Industrial, uma junto à Volvo e outra junto ao restaurante Vista Alegre.
Finalmente, vão ser executadas uma Passagem Inferior, uma Passagem Superior, sobre o Caminho-de-ferro, e o alargamento de outra já existente, além da construção de três Passagens Superiores para Peões.
João Agostinho Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, ficou bastante satisfeito com o anúncio do início da intervenção, que considera de grande valor. “Valeu a pena lutar, com muita determinação e empenhamento, para esta obra se tornar realidade”, afirmou o autarca Albergariense.
13-01-2010
Foto: Mário Martins
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria





2 comentários
#1Filipe Santos13 de Novembro de 2010, 19:18
Não entendo o porquê de se lutar por algo que, face ao momento que estamos a atravessar, é completamente desnecessário. Aqui está um bom exemplo da falta de critérios e prioridades na gestão dos bens públicos. Qual a vantagem da quantidade de rotundas que foram criadas junto à zona industrial. Qual a vantagem de substituir a entrada e saída desnivelada para Valmaior e Sever do Vouga por uma rotunda? É desprovido de qualquer sentido.
#2O Barão Azeiteiro22 de Novembro de 2010, 12:09
Verdadeiramente terceiro-mundista e potencialmente criminosa é a falta de sinalização luminosa que se constata no espaço de obras. Está ali bem representado o que Portugal tem de pior, a incompetência, o desleixo e a falta de responsabilidade. Passar lá de noite, mesmo conhecendo os locais, é uma aventura perigosa em qualquer circunstância. Passar lá de noite a chover e, como acontece frequentemente, com neblina, é mais do que perigoso, é quase suicida. Já para não falar dos buracos cobertos de água que nos dão cabo dos automóveis. Será que há fiscalização de obras por parte da Estradas de Portugal?…Não parece…
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