
António Guimarães espera dar continuidade ao projecto: “Quando as coisas estão a andar bem, creio que não há necessidade de se fazerem grandes mudanças. Naturalmente que tivemos a preocupação de encontrar «sangue novo», o que nos parece extremamente importante. Acredito na evolução da continuidade. Temos preocupação, temos alguns projectos arrojados e, nessa medida, exige-se muita disponibilidade, muito profissionalismo dos técnicos e estamos, também, à espera da adesão maciça dos produtores/ proprietários florestais. Sem eles não se justifica o associativismo”.
A Associação Florestal do Baixo Vouga sugere, ainda, a cativação de receitas da venda de combustíveis para aplicar na prevenção de incêndios na floresta: “Os automobilistas, quando vão abastecer os carros, pagam um imposto que é uma importância mínima, mas que resulta num determinado montante. Se as associações pudessem beneficiar de uma parte desse montante, talvez fosse possível entrar a sério num programa de prevenção florestal. Gasta-se muito mais no combate que na prevenção quando a situação deveria ser a inversa”.
António Guimarães em declarações ao programa “Expresso da Manhã” da Rádio Terranova.
28-01-2010
Fonte: Rádio Terranova





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