
“Face aos inúmeros impactos negativos que a solução pela qual se optou tem, o PEV entende que é imprescindível fazer uma nova avaliação de impacte ambiental que não esteja previamente condicionada a decisões políticas anteriormente tomadas, que não omita importantes parâmetros de avaliação como se estivesse a condicionar resultados e que tenha em conta as melhores soluções para o ambiente e também do ponto de vista social”, pedem os deputados Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira.
Antes do Natal, o presidente da câmara de Albergaria-a-Velha, João Agostinho disse esperar que o impasse em torno do traçado da A32 seja ultrapassado até 14 de Janeiro, dia em que volta a reunir com representantes da empresa Estradas de Portugal (EP).
No seu Projecto de Resolução, o PEV sugere que o Governo proceda a nova avaliação de impacte ambiental exigindo que, “designadamente, avalie, sem omissão de parâmetros, os impactes da conjugação da solução 1 com a alternativa 5A, conjugação essa que nunca foi avaliada”.
Os Verdes querem ainda que o Governo “garanta que o processo de AIA não está, de antemão, condicionado a troços previamente definidos” e que “assegure uma ampla participação pública dos interessados no processo de consulta pública da AIA.”
Por fim, pedem ao executivo que “suspenda os efeitos da DIA publicada a 30 de Dezembro de 2008, e que “suspenda o concurso público da subcontratação auto-estradas do Centro, no que implica com o trecho 3 da A32, com implicações na freguesia da Branca”.
13-01-2010
Fonte: Destak





0 comentários
Escreva o seu comentário