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Motociclismo em Albergaria-a-Velha – 1987 (3)(0) Para terminar esta série de videos das provas de motociclismo em Albergaria aqui fica a última prova de 1987, a classe TT F1. A prova de TT F1 acabou por ser emocionante, com momentos de despique pela primeira posição. Fernando Ferreira dominou, exibindo uma condução agressiva e espectacular, mas Eduardo Mascarenhas não lhe deu descanso, chegando mesmo a aproximar-se perigosamente no final. José Santos tinha que lutar com a sua RDLC 500, cuja motor pontudo não ajudava, e um futuro campeão nacional, Vitor Fidalgo, dava aqui os seus primeiros passos, numa Suzuki que era um verdadeiro chaço. . . 19-02-2010 |
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Branca: Degradação de algumas vias municipais é preocupante(1) Vias municipais da freguesia da Branca, mas não só, estão muito danificadas. Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha deve intervir. Trânsito de pesados, assim como o seu estacionamento, deveria ser condicionado para evitar os constragimentos Durante um périplo que o Litoral Centro fez por algumas vias que fazem parte da rede municipal de estradas do concelho de Albergaria-a-Velha, ficou evidente que devido às chuvas dos últimos dias e ao tráfego intenso de camiões de alta tonelagem, nomeadamente do transporte de madeiras em algumas das ruas de Albergaria-a-Nova, nesta freguesia da Branca, encontram-se as estradas num estado calamitoso e preocupante. Uma delas, a rua da Linha, junto do antigo Cabo Aéreo onde a intensidade de tráfego de madeiras, como já foi dito, para além de deixar a estrada em muito mau estado provoca alguns constrangimentos no trânsito rodoviário naquela artéria. Mas o pior está na rua que vem de junto da Brancauto, onde a estrada é do “passado” com um piso constituído à base de brita grada, com um “cheiro” de alcatrão, apresentando grandes rombos de pedra solta, que embora sejam de pouca profundidade atingem diâmetros/comprimentos que podem ir até cerca de três me-tros, condicionando o trânsito a ligeiros. Espera-se que a Câmara Municipal dê um jeito a estas estradas, porque qualquer dia ficam completamente intransitáveis. Os motoristas precisam de trabalhar e as empresas precisam de facturar, mas a “divisão de trânsito” municipal deve pôr um pouco de ordem nas coisas. Condicionar o trânsito de pesados é urgenteÉ frequente encontrar carros pesados estacionados “em tudo quanto é sitio” nas ruas desta vila da Branca, limitando o espaço de circulação, restringindo a visibilidade e pondo em risco os seus utentes. São contínuas as queixas de alguns motoristas, nomeadamente daqueles que transportam crianças várias vezes durante o dia de e para os cursos profissionais de música e teatro que funcionam no Centro Cultural da Branca. Há um outro problema que são os motoristas que trabalham para empresas de fora que em vez de deixarem os camiões nos parques dos patrões trazem-nos carregados para becos, ruelas e estradas na área de suas residência, que têm pisos que não estão preparados para suportarem grandes tonelagens danificando-os e causando alguns incómodos e embaraços aos habitantes desses bairros ou ruas. É preciso pôr ordem nestas coisas e arranjar uma solução, porque se não qualquer dia não há rua que escape. Autarquia tem de actuarNeste aspecto, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha pode desempenhar um papel muito importante ao colocar sinalização adequada em algumas ruas, condicionando ou limitando a circulação de pesados, pondo cobro a certos abusos. Também as autoridades policiais poderão desempenhar um papel muito importante, não multando mas aconselhando a que as coisas decorram com uma certa ordem e limitação. 18-02-2010 |
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Branca: Auranca espera que Governo cumpra a recomendação(0) A Associação do Património e Ambiente da Branca (Auranca) espera que o Governo e a Estradas de Portugal (EP) façam a «leitura adequada» da aprovação dos projectos de resolução do PSD e do Bloco de Esquerda (BE) na Assembleia da República a solicitar a suspensão do processo da A32 na freguesia da Branca, Albergaria-a-Velha. O projecto do BE foi aprovado com os votos a favor do PSD, BE, PCP e PEV, a abstenção do CDS e os votos contra do PS. O do PSD teve os votos favoráveis de toda a oposição e os votos contra do PS. «Esta foi uma grande vitória da luta da população da Branca que, finalmente, o poder político, reconheceu ao fim de mais de um ano de combate ininterrupto», afirma Joaquim Santos, da Auranca. «A aprovação das duas iniciativas parlamentares do PSD e do BE não nos deixa dúvidas de que vale a pena lutar em defesa dos direitos das populações», sublinha o dirigente do movimento cívico que vem contestando, desde Novembro de 2008, a construção do traçado da A32 a nascente da freguesia. «Esperamos que com esta clara decisão política as entidades envolvidas no processo entendam, de uma vez por todas, que a razão está do nosso lado e que só têm uma opção: alterar o traçado», frisa Joaquim Santos, garantindo que «a população só descansará quando o Governo abandonar o traçado que quer impôr contra a vontade de milhares de habitantes». Ao lado da luta da Auranca posicionaram-se, nos períodos eleitorais de 2009, os líderes dos partidos políticos que se comprometeram apresentar iniciativas visando travar o processo da A32 na Branca. A associação reconhece a importância do contributo político para a recomendação feita ao governo nos projectos do BE e PSD, aguardando que seja agendada ainda a discussão dos projectos do PCP, CDS e Partido Ecológico Os Verdes. O projecto de resolução do PSD solicita que «seja suspenso de imediato o processo em curso referente à A32» e «sejam dadas indicações à EP, SA» para que «seja estudado o traçado 5B (ligando o traçado 5A (nascente) à solução 1, a ponte do IC2). «Não se identificando nenhum inconveniente técnico, financeiro ou legal no traçado que a população parece preferir, no sentido de fazer a ligação do traçado da Alternativa 5A à Solução1, num pequeno traçado novo de apenas 500m de extensão, afigura-se razoável que o referido traçado seja tido em consideração», defendem os sociais democratas. O movimento cívico vai ainda reclamar junto da Estradas de Portugal a alteração do traçado face aos projectos aprovados no parlamento. A associação, que pretende ainda informar o Tribunal de Contas das irregularidades técnicas do processo, vai solicitar aos grupos parlamentares que questionem o Governo sobre se as declarações do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, se confirmam relativamente à não execução das auto-estradas ainda não concessionadas, como é o caso da A32. «Além destas acções, a Auranca manter-se-á atenta ao evoluir do processo não desistindo da luta, estando já a equacionar novas formas de contestação», afirmam os dirigentes do movimento. A concessão Auto-Estradas do Centro inclui a concepção, construção, aumento do número de vias, financiamento, exploração e conservação de vários lanços, incluindo o troço entre Coimbra e Oliveira de Azeméis. Ao último concurso para esta subconcessão concorreram dois consórcios representativos dos grupos Soares da Costa e Mota-Engil com propostas com custos, para o erário público, de 1,4 e 1,7 mil milhões de euros, respectivamente. 18-02-2010 |
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Albergaria: Vandalismo no Parque do Estuval(8) A Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha queixou-se de um novo acto de vandalismo no Parque do Estuval. “Foram arrancadas telhas do lavadouro e espalhadas pelo recinto, os pontos de iluminação partidos, algumas protecções destruídas, uma placa de sinalética arrancada”, revelou o presidente, José Manuel Torres e Menezes Não é a primeira vez que aquele jardim público é vítima de vandalismo, mas os autores nunca foram identificados. O caso voltou a ser comunicado à GNR local. Os actos de destruição ocorreram durante a noite, apesar de o parque estar “devidamente iluminado”, acrescentou. O autarca do PSD apela à colaboração da população na “guarda” do parque. “É com mágoa que verificamos que nem todos partilham e desfrutam do espaço que já é conhecido por pessoas de outros concelhos”, diz. 18-02-2010 |
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António Justo: Doi mais pensar do que trabalhar(4)
A política engana o povo que prefere ser enganado O Governo não pode revelar o estado da nação ao povo não só por razões de interesses próprios como também pelo facto do povo não estar preparado para aguentar a verdade. Se José Sócrates dissesse que o seu activismo, em questões de ensino, trabalho, saúde e de finanças, não passou de paliativo para se aguentar na administração da miséria, acontecer-lhe-ia como aconteceu ao primeiro-ministro húngaro, quando em 2006 disse que o seu governo não passou duma farsa. Então o povo saltou para a rua em demonstrações e lutas contra a polícia. Os políticos dançam o tango costumado porque lhes faltam as ideias e a coragem para fazer algo diferente. Impotentes, agem todos sob a batuta anónima internacional, contentando-se, pessoalmente, com a representação! Ninguém se atreve a dizer que o rei vai nu! Dado a situação a resolver ser contextual global, só lhes restaria a amargura ou a resignação! Limitam-se, por isso, a políticas de clientela e de guerra ideológica a nível de costumes em torno do sexo e quejandas, para irem distraindo o povo. Sabem que as soluções que apresentam para os problemas já não correspondem às do século XXI, que é um mundo cada vez com menos recursos naturais e com multidões de pobres que querem atingir o nível de vida do mundo ocidental, o que a natureza não pode dar, nos termos de trato e exploração actual. Embora cada país saiba que, num mundo tornado global, a solução não é nacional, cada povo procura puxar a brasa à sua sardinha, consciente embora que já não estamos no tempo da brasa mas das labaredas! A continuarmos assim já se podem prever guerras e guerrilhas de grande dimensão. Não é adequada uma política de empobrecimento das massas populares ocidentais enquanto a ganância dos andares superiores continua desregrada. Urge o início duma cultura da modéstia e duma sociedade empenhada na realização da dignidade humana. O problema é de mentalidade e de sistema de pensamento! Vivemos de necessidades e de produtos desnecessários. Porque não pensamos, não actuamos numa perspectiva duradoira construída na base da dignidade humana e do respeito por animais e pessoas. Ao abandonar-se a tentativa duma ortodoxia para passar-se a outra, renuncia-se automaticamente a uma ortopraxia. Fere mais pensar do que trabalhar! Como consequência temos uma política do activismo que segue atrás da banalidade factual e dos ventos do oportuno ocasional. Como consequência temos uma crise duradoira a nível económico, político e cultural. Deixa-se a reflexão e a meditação para os conventos e para alguns movimentos esotéricos. Vende-se o recheio da casa para não se ir para a rua! À Espera de Godot Neste sistema o desemprego aumentará continuamente e a escola não garantirá emprego. Alguns trabalhos tornaram-se impagáveis com vencimentos horrendos enquanto que o salário carente proletário é cada vez mais precário com consequências terríveis para a vida actual e para a reforma. O exército de académicos desempregados é enorme. Académicos sem trabalho metem-se em novos estudos na esperança de virem a ter um emprego. Constrói-se ilusão sobre ilusão. Quem puder que se salve! Adia-se a vida num Estado não interessado numa verdadeira formação escolar e profissional. As escolas formam pessoal para uma sociedade que o não precisa e despreza. Elas tornam-se cada vez mais em instituições de conserva, à disposição da nação, num Estado que não sabe que fazer e constrói sobre a areia. Antigamente tínhamos os soldados da reserva, hoje temos os operários da reserva e os estudantes da reserva. Tudo à espera de Godot!… O problema é que o próprio tempo de espera se tornou banal porque o objecto da espera é alienação pura. Quando esta massa acordar para a realidade e não se limitar com as migalhas que caem da mesa dos grandes, será fácil recrutar a revolução e a anarquia! O que vale ainda aos que ocupam os postos do Estado é o facto de terem um sistema de ensino que educou para a apatia e ensinou os alunos a adaptar-se mas não a agir nem a pensar, ensinou a obedecer mas não a ser! No melhor dos casos uma sociedade pensante poderia criar “fábricas de pensamento”, facultadoras duma revolução interior com projectos de sociedade que tenha por base a natureza e por fim o Homem, numa praxis concretizadora da dignidade humana e da dignidade das relações com a natureza e com os biótopos sociais. Não podemos permitirmo-nos continuar a aprisionar a natureza nas fábricas, a encarcerar os trabalhadores nas repartições de trabalho, a aprisionar a inteligência em instituições escolares e a viver dos reservados do pensamento dos ministérios e ao mesmo tempo a degradar a natureza e o povo. Isto é vida em segunda mão, é servidão de sistemas para os seus aproveitadores. Chega de alienação política e cultural! O mercantilismo dos valores asfixia-nos o horizonte e destrói-nos o futuro. António da Cunha Duarte Justo |
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Albergaria: Tomada de posse das Comissões de Culto das Igrejas(0) Pela primeira vez o Sr. Padre Dinis, deu posse na Missa Dominical de hoje domingo 14, às Comissões de Culto que vão zelar pelas Igrejas da nossa Freguesia de Albergaria-a-Velha, Igreja da Santa Cruz no Bairro de Campinho, Igreja do Mártir S.Sebastião no Bairro da Calçada, Igreja de S.José no Bairro de Assilhó, Igreja de S. Gonçalo no lugar do Sobreiro, Igreja de S. Marcos no lugar de S.Marços e Igreja da Rainha Santa Isabel nas Frias. O mandado é para os anos 2010 a 2012, tendo todos os elementos escolhidos comprometendo-se perante o Sr. Bispo e perante Deus a zelarem pela conservação dessas Igrejas. Foi uma cerimónia simples mas cheia de significado, tendo todos os elementos assinado os autos de nomeação. Preside a todas essas Comissões o Sr. Padre Manuel Dinis. No que diz respeito à Comissão de Culto da Igreja da Santa Cruz, Padroeiro da nossa Vila, deixamos aqui a composição dos elementos nomeados e que passamos a transcrever: Auto de posse: Diocese de Aveiro – D. António Francisco dos Santos – Bispo de Aveiro Fazemos saber que, sendo necessário renovar a Comissão de Culto da Igreja de Santa Cruz, do lugar de Campinho, da Freguesia de Albergaria-a-Velha, desta Diocese de Aveiro, e atendendo às informações recebidos, Havemos por bem nomear, no próximo triénio, para constituirem a mesma comissão, sob a direcção do pároco, que é o Presidente nato da mesma, os seguintes elementos: Padre Manuel Dinis Marques Tavares (Presidente) Deverão tomar posse quando receberem este Decreto, prestando juramento aos Santos Evangelhos de bem exercerem os cargos para que são nomeados, segundo as disposições do Código do Direito canónico. (c1283). Dada em Aveiro, sob o nosso sinal e selo, aos 25 de Janeiro de 2010. 18-02-2010 |
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Albergaria: Notícias da reunião da Junta de Freguesia – Fevereiro 2010(0)
Regulamento e Tabela de Taxas e Licenças Página da Junta de Freguesia na Internet Novo Outdoor sobre a Promoção da Freguesia Canídeos e Gatídeos Alargamento do Cemitério do Sobreiro Vandalismo no Parque do Estuval Atribuição de Subsidios 18-02-2010 |
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Apresentação do Livro “Alba – Uma Marca Portuguesa de Automóveis”(1) Em Portugal, nos anos de 1950, surgiu um fenómeno de criação de inúmeras marcas nacionais dedicadas à competição. Se o número já é surpreendente, o que se poderá dizer da sua qualidade de construção, que lhe permitia enfrentar com dignidade o que de melhor se fazia então na Europa, sobretudo em Itália e França – que eram os países onde se produziam os melhores “specials” de pequena cilindrada do pós-guerra. A ALBA nesse conjunto de marcas portuguesas de competição, foi uma das mais importantes. António Augusto Martins Pereira [neto do fundador das fábricas metalúrgicas ALBA de Albergaria-a-Velha], o líder da equipa, e o seu amigo, Francisco Corte Real Pereira, contribuíram com a sua dedicação e o seu entusiasmo para o êxito deste projecto, e os resultados são, nesse domínio, indesmentíveis e conclusivos: as dez vitorias e o facto de mais de metade dos seus resultados serem lugares de pódio mostra a qualidade da construção e o cuidado na preparação de automóveis ALBA. Apresentação (ACP)O ACP Clássicos e José Barros Rodrigues, têm o prazer de o convidar para a Apresentação e Sessão de Autógrafos do Livro “ALBA – Uma Marca Portuguesa de Automóveis” que decorrerá nas instalações do ACP nas seguintes datas: ACP Porto no dia 11 de Fevereiro pelas 18H00 Apresentação (Livraria Ascari)O livro será também lançado na Livraria Ascari, dia 13 de Março, pelas 11 horas, no âmbito dos pequenos almoços temáticos Ascari, que ocorrem uma vez por mês na livraria Ascari (Rua da Constituição, 267 4200-198 Porto). O programa contará com: · Serviço de pequeno almoço – café e bolinhos – oferecido pela ASCARI; Além destes pontos já agendados, esperamos contar com uma pequena surpresa para os nossos leitores … Não é necessário confirmar, basta aparecer 18-02-2010 |
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