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Professores aprendem a utilizar as TIC nas aulas Professores aprendem a utilizar as TIC nas aulas(0)

Na Incubadora de Empresas de Albergaria-a-Velha, professores dos ensinos básico e secundário vão aprender a tirar o melhor partido da utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) na sala de aula. A acção de formação “FORtech – a tecnologia ao serviço do ensino”, organizada pelo Projecto Despertar Interactivo, em parceria com a Universidade de Aveiro e o PmatE, vai decorrer entre 22 de Fevereiro e 30 de Março e pretende estimular novas formas de ensino.

Ao longo de 30 horas, os docentes vão ter formação básica em informática ao nível do utilizador (hardware e software), descobrir as funcionalidades dos quadros e sistemas de avaliação interactivos, produzir conteúdos com estas novas ferramentas e aplicar os conhecimentos adquiridos em ambiente de sala de aula.

Em suma, espera-se criar uma nova didáctica no processo de ensino – aprendizagem, encontrando novas abordagens que facilitem a transmissão e assimilação de saberes.

As inscrições para esta formação encontram-se abertas até 12 de Fevereiro, na Incubadora de Empresas.

09-02-2010
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria

Crianças descobrem o Arquivo Municipal em “Caça ao Tesouro” Crianças descobrem o Arquivo Municipal em “Caça ao Tesouro”(0)

Durante o primeiro trimestre de 2010, o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha está a ser palco de uma caça ao tesouro inédita, que envolve mais de 550 crianças dos 3º e 4º anos de escolaridade. “Em Busca ao Arquivo Municipal” é uma actividade de descoberta do passado do Concelho, que tenta incutir nos mais novos a importância da preservação da nossa memória histórica.

Divididos em grupos de 4/5 elementos, os participantes são desafiados a responder a sete blocos de questões, um de carácter mais genérico e os outros seis relacionados com as divisões (recepção/ sala de exposições; depósito documental; sala de leitura; sala de tratamento; sala polivalente) e o edifício exterior. Enquanto deambulam pelas várias salas, as crianças têm a oportunidade de apreciar o trabalho diário de um arquivista, consultar um documento centenário, pesquisar jornais antigos no arquivo digital, conhecer as edições publicadas pela Câmara Municipal e até podem aprender a arquivar os documentos nas secções adequadas para o efeito.

Apesar de, no final, só um grupo poder levar o prémio do vencedor, são oferecidas lembranças a todos, incluindo marcadores de livros, material de divulgação e fotos, a sépia, das crianças. A reacção dos pequenos estudantes é sempre entusiasmante e muitos demonstram vontade de regressar e descobrir mais coisas antigas.

Integrado no Programa Municipal de Educação, o “Em Busca do Arquivo Municipal” visa contrariar a ideia pré-concebida que muitas pessoas têm destes espaços. Geralmente, quando se fala em Arquivos, a primeira ideia que vem à mente é de um depósito bafiento numa cave escura. Para a Câmara Municipal, esta ideia está ultrapassada e é preciso demonstrar à comunidade que um Arquivo pode ser dinâmico e convidativo. Lançamentos de livros, palestras, exposições e visitas guiadas em dias especiais são algumas das actividades planeadas para 2010 e com as quais o Arquivo Municipal espera atrair novos públicos.

09-02-2010
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria

Motociclismo em Albergaria-a-Velha – 1987 (2) Motociclismo em Albergaria-a-Velha – 1987 (2)(5)

Alberto Pires adicionou hoje no post do seu blog a classe de 125cc na prova de motociclismo em Albergaria-a-Velha / 1987 .

Aqui fica o texto e o novo vídeo disponível online:

A prova de 125 foi pouco concorrida, tendo os pilotos do Trofeu Lubritex optado maioritariamente por não comparecer.

Ainda assim o Costa Paulo deu espectáculo, impondo-se ao José Dias na parte final da prova, que estreava uma Yamaha TZR 125.

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06-02-2010
Fonte: Alberto Pires / enjoybikes.blogspot.com

Clube de Albergaria  “agracia” patrocinadores da 9ª Volta a Albergaria Clube de Albergaria “agracia” patrocinadores da 9ª Volta a Albergaria(0)

O Clube de Albergaria promoveu no passado dia 29 de Janeiro, sexta-feira, pelas 21 horas, no restaurante Praça Velha, nesta vila, um jantar no qual tomaram parte, além dos dirigentes da colectividade e sócios, também os patrocinadores desta prova de ciclismo que percorre parte das estradas do concelho de Albergaria-a-Velha e das oito freguesias.

Na mesa da presidência encontrava-se José Carlos Oliveira, presidente do clube; o presidente da Câmara Municipal, João Agostinho e o vice-presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmiro Pereira.

Entre os presentes encontravam-se também Fernando Ferreira, presidente da Junta de Freguesia da Branca e Manuel Letra, presidente da Junta de Freguesia de Valmaior. Como é sabido todas as Juntas de Freguesia costumam patrocinar a prova. Apesar de só estarem presentes estes dois autarcas das freguesias, seguramente que todos os restantes vão apoiar o evento que traz à terra alguns dos nomes mais sonantes do ciclismo nacional.

Começou por usar da palavra o director desportivo desta agremiação desportiva, Álvaro Rui Tavares, que saudou os presentes e fez uma síntese do que foi a prova do ano de 2009, tecendo rasgados elogios ao ciclista Edgar Pinto, filho desta terra, mas também a manifestar certa gratidão ao Dr. Augusto Neves pelo seu empenho ao serviço desta colectividade apesar de se ter afastado.

Centésimo vigésimo aniversário do Clube de Albergaria (1890-2010)

Por sua vez, José Carlos Oliveira aproveitou a intervenção para lembrar que o Clube de Albergaria está a comemorar este ano os seus 120 anos de existência, “atingindo uma meta com qualidade” e que a prova ciclista deste ano, ao contrário do ano passado que se realizou em Julho, será mais cedo, isto é, no mês de Abril. Mais adiante, no decurso da sua intervenção, afirmou: “Pensamos que continuamos a prestar um bom serviço e agradecemos aos dirigentes do passado, mas também aos do futuro”. Por fim apresentou algumas novas linhas de rumo ao anunciar o propósito de organizar um grande prémio de “karting” no centro da vila, falando também no badminton, futsal e ténis de mesa.

Entrega de Camisolas

À Duravit, na pessoa de Ricardo Fontoura, foi entregue a camisola branca; à Scarp, na pessoa de António Parente, foi entregue a camisola verde; à Mazel, na pessoa de David Matos, a camisola azul; à Metalo-Ibérica, na pessoa de Alberto Cravo, a camisola amarela; ao presidente da Câmara, a camisola laranja e finalmente, ao presidente da Caixa de Crédito Agrícola, uma peça em vidro, pelo patrocínio das metas-volantes.

Tudo a postos para a prova deste ano, em Abril

Todos os patrocinadores anunciaram o propósito e disponibilidade para apoiarem de novo a 10ª edição desta prova ciclista, que será inserida no calendário oficial da Federação Portuguesa de Ciclismo. Também os dois presidentes de Junta presentes anunciaram a continuação do apoio ao acontecimento desportivo que lança Albergaria-a-Velha “no mapa”. Seguiu-se João Agostinho, que salientou que a “Câmara era apenas um parceiro que gostava de ajudar às vezes à frente outras vezes na retaguarda” e que se trata de “um evento que projecta o nome de Albergaria e também o das empresas patrocinadoras”.

Campeonatos Nacionais de Estrada

Delmino Pereira, vice-presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, manifestou a sua satisfação por estar ali presente e anunciou que “a edição de 2010 é uma prova para a Taça de Portugal” e que “este ano ir-se-á realizar no mês de Abril que é um mês em que os atletas estão com grande empenho”. Esta prova irá contar com 130 a 14 ciclistas, contando com os corredores sub-23.

A terminar surpreendeu ao manifestar grande abertura para que Albergaria-a-Velha pudesse receber os Campeonatos Nacionais de Estrada, dadas as excelentes condições de que dispõe. Perante tal afirmação, os dirigentes ficaram satisfeitos e manifestaram-se desde logo receptivos a esta sugestão.

05-02-2010
Fotos: Cristina Bastos (Jornal de Albergaria)
Texto: Alírio Silva

António Justo: Portugal volta à censura de Salazar António Justo: Portugal volta à censura de Salazar(5)

Dançarinos do Poder desonram o Socialismo democrático e ofendem a Democracia

Na sequência de saneamentos ideológicos de jornalistas como Manuela Moura Guedes, José Eduardo Moniz, anterior Director do “Público”, não submissos à ideologia socialista, o Governo quer arrumar também com Mário Crespo, antigo professor da Universidade Independente e jornalista. À maneira portuguesa, na sequência dum jantar do Primeiro-ministro com dois outros ministros e um membro directivo da TV em que se falou mal e desbocadamente do cronista Mário Crespo do JN, o director do JN, José Leite Pereira, comunicou-lhe telefonicamente que não publicaria a crónica habitual prevista.

A mal da Nação, o PM José Sócrates persegue jornalistas, que não se submetam à sua ideologia. O governo sabe que o que preocupa o estrangeiro, em relação a Portugal, é a sua situação económica portuguesa, a caminho da bancarrota, não estando, por isso, a opinião pública estrangeira, atenta ao que acontece a nível democrático e social interno. Além disso, o governo conta com uma oposição parlamentar que, por razões de Estado, colabora com ele a nível de orçamento e, por falta de consciência cultural portuguesa, não está atenta ao que acontece ideologicamente no país. Por tudo isto, o governo tem liberdade de malucos. Em tempos de crise, sob vários pretextos, o povo é que vai à fava e são-lhe impostas pílulas amargas e as liberdades individuais passam a ser de menor valia, como vai acontecendo por esta Europa fora: Putin, Berlusconi, Sócrates, etc.

Assim, torna-se quase natural que os nossos mercenários do poder, em jantares de amigos da onça, decidam, entre vinho e palavras depredatórias, impedir a voz incómoda de Mário Crespo. A nação cala, como sempre faz perante os líderes do oportuno. Segue-se a tradição: “em casa sem pão todos ralham e ninguém tem razão” e quem “parte e reparte se não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte”! A nossa elite é, duma maneira geral, uma elite encostada que não se consegue afirmar pelo trabalho nem pela competência, mas geralmente pela esperteza. Trabalhar “faz calos”, e que “trabalhe o preto”, porque para “os barões” é melhor sujar a consciência do que as mãos! Os “mouros de trabalho” já há muito que abandonam Portugal!

A censura de hoje é mais grave do que a de Salazar

Assim, duma maneira geral, particularmente na classe política portuguesa domina a mentalidade de mercenário. Esta mentalidade é ampliada por uma tecnocracia a construir-se na EU. Não admira que os nossos dançarinos do poder façam tudo por tudo para também meterem os seus mercenários nos Media, nas grandes empresas e na administração estatal. É uma questão de mentalidade quase genética! Estado e Povo são-lhe alheios! O Estado português, se antes era administrado pela apagada e vil tristeza, passou, a partir das invasões francesas, a viver nas mãos da vileza dos mercenários da ideologia. Por isso embora Portugal tenha uma cultura que não se envergonha ao lado das dos grandes países, não temos uma cultura portuguesa cuidada nem uma cultura fundada de esquerda ou de direita de raízes profundas e próprias. As nossas elites são mestras em importar e transportar sem transformar nem se deixar transformar. Vivemos da boca para a mão atraiçoando a originalidade portuguesa do início da portugalidade.

Pregam a tolerância para o povo e são intolerantes e invejosos nos seus motivos e nas relações com os outros quue querem subservientes às falácias do poder. Empertigados, só eles é que sabem, é que são “modernos” e se encontram em poder da verdade. Querem esconder a sua pequenez em projectos megalómanos, como o TGV, que mais tarde falariam deles! Quanto ao povo não importa o que come, o que importa são os arrotes dos grandes! A segurança vem-lhes dos quadros ocupados da administração e da retórica! Por isso são tão sensíveis a quem mostre o seu jogo, só aceitando jornalistas branqueadores da sua mentalidade, ou comprometidos do sistema, os tais “jornalistas competentes” que ao fazerem as perguntas aos seus interlocutores, em público, já as fazem com a tesoura na cabeça.

Esta atitude está em contradição com o apregoado espírito do 25 de Abril e com a tolerância democrática; a ignorância e os interesses não dão para entender isto.

Antigamente ainda poderia haver explicações que levassem a certas censuras: analfabetismo, a educação autoritária própria da época, defesa do sistema e razões de defesa da unidade do Estado. O biótopo social e histórico ainda era autoritário. Se hoje, apesar de todo o progresso, e de toda a educação democrática, o autoritarismo está tão presente e é tão agressivo, quer-se dizer que responsáveis de Estado de hoje se encontram menos desenvolvidos que Salazar que denominam de fascista. De facto o sistema democrático pressupõe a defesa sistemática de minorias, da pluralidade, e o espírito cívico cultivado. Como pode justificar o partido que se encontra no governo o uso de métodos antidemocráticos, métodos de sistemas fascistas?! Atitudes como as de Sócrates desonram o socialismo democrático! Uma contradição, uma incoerência disfarçada. Se os do antigo regime tinham a desculpa da mentalidade e do tempo, hoje os censuradores e manipuladores da opinião pública tornam-se mais fascistas do que aqueles que designam como tais! Quem persegue tão sistematicamente jornalistas como tem feito o governo de Sócrates não tem autoridade para defender a democracia, nem tão-pouco a partidocracia, nem sequer autoridade tem para criticar o regime do Estado Novo. Pelo que mostram, se estivessem no lugar dos governantes do Estado Novo, ainda seriam mais autoritários que eles. Ou será que querem fazer retroceder a roda da História?! Esta gente encontra-se na mó de cima a pretexto da liberdade, da igualdade e da solidariedade. A legalização do voto não os pode legitimar pelas barbaridades que fazem. Isto parece uma democracia caricata, em que um governo de minoria tem a ousadia de perseguir quem o critica. Antes tínhamos um povo pobre mas honrado; pelo que se vê, ganha-se a impressão de que estamos a caminho não só dum povo pobre mas também dum pobre povo!

Quem não segue a política de Sócrates e seus camaradas leva! Na Rússia matam os jornalistas não conformes, em Portugal, país de brandos costumes”, “cortam-lhes as pernas”! Só há respeito pelos da “seita”!

Numa sociedade doente, a má consciência e o mau governo socorrem-se do silenciamento. Necessitamos dum país não rico mas honrado. Precisamos de bons exemplos, de pessoas de estado e não de jacobinos! Um Estado que teima em viver do oportunismo, da hipocrisia e da inveja não sairá da cepa torta! Progresso é mais eu ideologia!

A tolerância dos portugueses deixa de os honrar, quando toleram a intolerância. É pena que um governo que tendo, muito embora, tomado algumas iniciativas corajosas, se rebaixe tanto e revele tanta aversão à liberdade de opinião e tanto desprezo pelos que não são da própria cor!

Nos momentos difíceis é que surgem os heróis. Levantem-se as pessoas honestas e honradas de todos os partidos e insurjam-se contra as arbitrariedades dalguns que além de desacreditarem um socialismo democrático se revelam antidemocráticos, nas suas atitudes dentro do Estado. Um Estado democrático tem direito a ter cidadãos e não só súbditos! Para isso precisa mais de cidadão eleitos e não tanto de indivíduos escolhidos! Dos Media portugueses não podemos esperar muito porque estão dependentes das esmolas e dos pareceres dos seus “superiores”!

Boa noite Portugal! Bom dia Doutor Crespo! Portugal precisa de muitos homens e mulheres assim, que se debatam por um Portugal digno e honrado em que a honra não continue açambarcada por alguns mas passe a ser democratizada! Importa ter compreensão pelos que trabalham para matar a fome do estômago e a quem não é permitida ainda a fome cultural e também por uma geração demasiado preocupada em defender os postos que tem e que para serem mantidos ou promovidos não têm outro meio que não seja a hipocrisia! Surjam porém mais cidadãos para que haja menos súbditos! Difícil em tempos de crise! E Portugal tem-se encontrado sempre em crise!… Ou será que Portugal é mesmo ingovernável por carência de governados e de governadores? Então só como até agora ou anarquia!

António da Cunha Duarte Justo
antoniocunhajusto@googlemail.com
http://antonio-justo.blogspot.com/

05-02-2010

P.S: Segue o texto de Mário Crespo

“O Fim da Linha”, por Mário Crespo

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa (Jornal de Notícias).

Nota da Direcção do SJ

Tendo tomado conhecimento do teor de um artigo do jornalista Mário Crespo, difundido hoje no sítio do Instituto Sá Carneiro na Internet e replicado por vários órgãos de informação na Rede, aludindo ao teor de uma conversa entre o primeiro-ministro, dois ministros e um executivo de um operador de televisão, durante a qual o nosso camarada terá sido objecto de referências desprimorosas e ofensivas, e tendo sido instada a pronunciar-se sobre o caso, a Direcção do Sindicato dos Jornalistas torna desde já público:

1.A ser comprovado o seu teor, a conversa referida é profundamente condenável, não apenas pelas expressões desprimorosas para a pessoa e para o profissional, mas também por alimentar a suspeita de que o Governo persegue os jornalistas, os serviços noticiosos e os órgãos de informação que não são do seu agrado.

2.Reconhecendo-se o direito de opinião sobre o desempenho dos órgãos de informação e dos jornalistas, não se pode aceitar o recurso a expressões susceptíveis de atentarem contra a honra e a dignidade dos visados ou que constituam uma ameaça – mesmo velada – ao seu futuro profissional.

3.As expressões alegadamente utilizadas não podem ser empregues por pessoas de bem e muito menos são aceitáveis na boca de titulares de altos cargos, pelo que, a confirmarem-se, se impõe uma retractação pública das pessoas que as tenham proferido.

Lisboa, 1 de Fevereiro de 2010

A Direcção

“As poetisas amadoras” da EB 2,3 da Branca vencem programa da RTP “As poetisas amadoras” da EB 2,3 da Branca vencem programa da RTP(2)

No dia 20 de Janeiro, a Escola EB 2,3 da Branca participou na gravação do 48º programa do concurso de língua portuguesa “Fala, Escreve, Acerta e … Ganha”, que decorreu nos estúdios da RTP, em Vila Nova de Gaia.

A escola fez-se representar pela equipa “As poetisas amadoras” do 6ºC: Cátia Filipa, Catarina Pisco e Raquel Inês. Estas foram acompanhadas pela Subdirectora do Agrupamento, Manuela Duarte e pela Directora de Turma, Teresa Henriques.

As “poetisas” competiram contra a equipa da escola Júlio Brandão de Famalicão e … venceram a prova!! Tratou-se de uma experiência muito enriquecedora e emocionante para alunos e professores.

04-02-2010
Fonte: Agrupamento de Escolas da Branca

Concurso Literário “Conto Inacabado” para alunos do 1º CEB Concurso Literário “Conto Inacabado” para alunos do 1º CEB(0)

Um dia, uma fada, com um aspecto esquisito, entrou no quarto de uma criança e levou-a para longe. Mas, para onde? A resposta a esta pergunta está na imaginação dos estudantes que participarem no concurso literário “Conto Inacabado”.

Até 24 de Fevereiro, os alunos do 1º CEB podem enviar a continuação da história proposta, da autoria do cantor Luís Portugal, para a Biblioteca Municipal ou a Câmara Municipal num envelope onde conste a identificação completa do concorrente. Um júri, constituído por três elementos, entre os quais o próprio Luís Portugal, avaliará os vários trabalhos apresentados, tendo em conta a criatividade, a originalidade, a coerência textual, a apresentação, a clareza da narrativa e a correcção linguística. Serão seleccionados três contos vencedores, recebendo os seus autores um prémio da editora Gailivro, entregue no espectáculo “Conto a Gotas”, em Março.

O concurso literário “Conto Inacabado” pretende promover hábitos de escrita e de leitura nos alunos do 1º CEB, estimulando, igualmente, a imaginação dos mais novos.

04-02-2010
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha

Quase 3 mil livros requisitados em 2009 na Biblioteca Municipal Quase 3 mil livros requisitados em 2009 na Biblioteca Municipal(0)

No ano de 2009, foram requisitados na Biblioteca Municipal 2.950 livros, perfazendo uma média de 246 livros por mês. Em termos de leitores, houve 158 novas inscrições, totalizando 2.466 inscritos. Para além dos livros que foram levados para ler em casa, registaram-se 5.436 leituras em presença.

Em termos de preferências dos leitores, “Mentiras e Traições”, de Nora Roberts, foi o livro mais requisitado do ano, seguindo-se “Eclipse”, de Stephenie Meyer e “A Vida num Sopro”, de José Rodrigues dos Santos. Mas, para além de literatura, registou-se uma maior procura de não-ficção, sendo as áreas de Psicologia, Filosofia, Geografia, Biografia e História as mais solicitadas. Quanto a exposições, a mostra comemorativa do Centenário da Linha do Vale do Vouga e a exposição “Darwin – 200 anos depois”, uma organização conjunta com o Arquivo Municipal, foram as mais visitadas.

Em 2010 a Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha tem planeada várias actividades, entre as quais, a iniciativa “O Melhor Leitor do Semestre”. Como o próprio nome indica, todos os seis meses, a Biblioteca vai premiar o leitor que mais livros requisita e lê, oferecendo um livro do seu estilo preferido.

04-02-2010
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha

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