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Condenado por atear fogo a autocarros(5) O Tribunal de Albergaria-a-Velha condenou ontem a três anos de prisão um jovem por crime de incêndio no caso dos quatro autocarros que arderam em Agosto de 2008 na central de camionagem da vila, causando alarme social. “Em função do arrependimento demonstrado”, o colectivo decidiu, contudo, suspender a pena por igual período, durante o qual o réu terá de ser acompanhado pelos serviços de reinserção social. Já quanto à indemnização cível, a empresa lesada, que pedia um valor na ordem dos 50 000 euros, terá de aguardar ainda pelo apuramento da quantia a fixar em sede de liquidação posterior. O acusado, que tinha 16 anos à data dos factos, acabou por ser absolvido de um outro crime de incêndio e de cinco crimes de danos. A pena aplicada foi ao encontro do que o Ministério Público pediu nas alegações finais. O jovem estava acusado de dois crimes de incêndio que destruíram, ao todo, quatro autocarros, causando prejuízos avultados às transportadoras proprietárias. No entanto, durante as audiências, ficou provado apenas a autoria do primeiro fogo, a 27 de Agosto, o que, de resto, o acusado confessou. A PJ não conseguiu provar o envolvimento de cúmplices.O acto terá ocorrido num quadro de exibicionismo, filmado no telemóvel. Texto: DiárideNotícias Foto: NotíciasdeAveiro |
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VI Feira e Exposição de Artesanato e I Feira do Livro em Telhadela(0) O Grupo Recreativo e Cultural de Telhadela reedita a Feira e Exposição de Artesanato no primeiro fim-de-semana de Maio, agora num espaço mais amplo, no pavilhão desportivo, que se encontra em fase de conclusão. Será a sexta edição e a primeira da Feira do Livro. A abertura será no sábado, dia 1, às 18 horas, e decorrerá até às 24 horas. No domingo, dia 2, o período de funcionamento será das 15 às 19 horas. O artesanato a apresentar varia entre as artes decorativas, doçaria regional, arte em madeira e ferro, instrumentos musicais, bijuteria e olaria. A destacar a actuação do Grupo de Cavaquinhos “Aidos Velhos” de Estarreja a partir das 21 horas e 30 minutos de sábado. Inserido na Feira do Livro, será criado um espaço infantil intitulado “Vamos contar uma história…” onde 2 educadoras de infância farão a leitura de uma história infantil, no sábado será às 21 horas e no domingo às 15 horas. Uma vez que no domingo, dia 2, é “Dia da Mãe”, uma visita à feira será decerto uma excelente oportunidade para comprar lembranças, porque no mesmo espaço vão encontrar inúmeras opções. 22-04-2010 |
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Alba Saudade organiza Torneio Triangular de Veteranos(5) Este mini torneio triangular servirá para apresentação do grupo de veteranos Alba Saudade e recordar alguns das glórias do nosso futebol. Realiza-se-á no próximo dia 15 de Maio pelas 15 horas no Estádio Municipal de Albergaria-a-velha. A entrada é gratuita. Jogos a realizar: Alba Saudade vs Sporting 22-04-2010 |
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António Justo: Revolução do 25 de Abril – Uma história mal contada(11)
O Povo Português não gera Revoluções As revoluções portuguesas são como a ponte de Lisboa. Antes do golpe de estado chamava-se “Ponte Salazar” depois passou a chamar-se“Ponte 25 de Abril”. Apenas mudam a fachada e a lata. O povo, tal como o rio Tejo, cansado de inúmeras voltas e de tantos despejos, sempre pacífico e adaptado, tem permanecido igual a si mesmo, ao longo da História: vagaroso mas internacional(1). De época para época, alguns insatisfeitos do sistema, os filhos dos senhores do regime, provocam um golpe de estado, apoderam-se dele e mudam-lhe o nome. Povo e golpistas conhecem-se de ginjeira: aquilo a que dão o nome de revoluções, pouco mais se trata do que da troca de nomes, dum acerto de contas e de acomodação à história dos vizinhos; o mérito do acontecimento está em dar ocasião à necessidade do povo festejar e aplaudir ou, quando muito, resolver alguns deveres de casa esquecidos. Os actores sabem que a injustiça não é boa mas a justiça seria incómoda. Optam então pela vida dos dos “brandos costumes” sem a preocupação de fazer justiça. Arranjam um nome monstro para justificarem as suas acções e branquearem as suas intenções. No caso do 25 de Abril, um grupo de cretinos (2) aplicou ao regime autoritário de Salazar o nome explosivo de fascismo, metendo-o (internacionalizando-o) assim no mesmo rol de Franco, Mussolini, Hitler e Pinochet. Então, a nação inteira passou a dar-se conta do monstro e resolveu dar caça ao fantasma. Este vai recebendo cada vez mais atributos até que passa de lobo a Minotauro. A partir deste momento o povo perde a ideia passando a viver do medo do labirinto. Entretanto vão surgindo alguns lobitos e o povo vai distraindo o medo no “Jogo ao Lobo”! O país da Europa com as maiores desigualdades sociais entretém-se em argumentações opiniosas deixando as coisas importantes para os nomes engordados em nome das classes desfavorecidas. Já habituado à humilhação e à atitude governativa arrogante e distante, o povo servil, filho da “revolução da liberdade” até aceita a censura em nome da democracia. O estado português já há séculos não tem povo, chega-lhe a população. A população já há séculos que abdicou de o pretender ser, contentando-se em viver na sombra da Face Oculta do Estado. Deixou o palco da nação aos dançarinos do poder! O 25 de Abril passou – A Revolução está por fazer Com o golpe de estado de Abril, o regime autoritário é acabado no meio da guerra colonial. O povo português, o que quer é esquecer a guerra e os políticos o que querem é a confusão para se poderem organizar e não terem de assumir responsabilidade pela traição dos interesses da nação, dos retornados e do povo nativo. Segundo o reconhecido historiador José Saraiva, o abandono das províncias ultramarinas constituiu “a página mais negra da História de Portugal”. Disto não se fala; reduz-se a história a folclore e a governação ao jogo do rato e do gato… O 25 de Abril assenta em pés de barro. Fez um golpe de Estado e deu-lhe o nome de revolução. Os seus actores não pensavam em revolução. Foram surpreendidos pelos acontecimentos que eles próprios provocaram e alguns, entre eles, (especialmente Otelo S. de Carvalho) serviram-se do comunismo/socialismo para legitimarem e darem uma projecção histórica ao movimento dos oficiais descontentes. O 25 de Abril foi um golpe de Estado que surgiu de motivos pessoais e antipatrióticos de alguns, mas nunca uma revolução. O novo regime começou mal e com actos inglórios tal como acontecera na implantação da república. Mas disto não deve rezar a História, o povo precisa de festa e os governantes de distarcção. Não importa viver, interessa é ir-se vivendo! O programa MFA (Movimento das Forças Armadas) pretendia Democracia, Descolonização e Desenvolvimento. Os primeiros dois anos foram uma confusão maluca. Tudo era facho e qualquer jovem adolescente se armava em guarda de comícios, por vezes até de metralhadora na mão. Recordo que quem tinha um emprego bom, ou uma casa digna, logo era apelidado de “facho”, pelo povo gozador, num misto de atmosfera de inveja e admiração. Depois com a nova constituição tudo ficou camarada e irmão: camarada de facho na mão! Os partidos, sem mérito, passam a viver do prazer de terem organizado as suas fileiras. Desfavorecem a politização do povo para fomentarem o partidarismo e um discurso público dirigido à conservação do poder. Entretanto, o povo sente-se humilhado e deprimido; o seu sentimento de identidade definha, sendo compensado apenas no sentimento duma grandeza promissora dos irmãos da lusofonia e da madrasta União Europeia. O sentimento de identidade nacional baseado no cristianismo, na cultura nacional e na ideia das grandezas dos descobrimentos não agradam às novas elites internacionalistas. A má experiência do povo com a própria elite, sem sentimento de nação nem de povo, leva-o a sentir-se apenas como inquilino anónimo de alguns senhores da praça pública, dos canonizados da democracia. Sente-se filho de pai incógnito! Portugal continua preso numa mentalidade de arrendatário de ideologias e senhorios mercenários que o povo tem de acatar para ir vivendo! Portugal, apesar de golpes de estado e de pseudo-revoluções, continua a sofrer na pele a experiência de outrora: a experiência dos ingleses senhores das quintas do vinho do porto que viviam na Inglaterra e tinham em Portugal os seus feitores portugueses a cuidar dos seus interesses. O Estado português tornou-se numa feitoria de alguns mercenários. Daqui vem a sabedoria portuguesa que, muitas vezes, diz: “ isto é para inglês ver”. As nossas elites intelectuais não são em nada inferiores às europeias. O problema está no seu individualismo e na sua falta de consciência de povo, e de espírito colectivo! As elites políticas vivem do nome, interessando-se, a nível de país, apenas por terem Lisboa, como sala de visitas de Portugal onde elas podem receber vaidosamente os amigos. Colaboram com um internacionalismo interessado em destruir as nações para depois poderem surgir como salvadores e implantar um governo mundial de burocratas e tecnocratas contra os biótopos nacionais. O povo, antigamente, sofria sob a bandeira do trono e do altar; hoje sofre sob a lama das massas a toque de caixa partidária que segue o ritmo das multinacionais. A grande diferença: Hoje o povo não se pode queixar, porque os seus opressores vêm do seu meio e parte deles são eleitos democraticamente. Já Ovídeo escrevia nas Metamorfoses: “O destino conduz os de boa vontade e arrasta os de má vontade”. Com a celebração do 35° aniversário do golpe, já seria tempo de Portugal ir à cata dos de boa vontade!… O aniversário do golpe de estado poderá deixar de ser um pretexto para se tornar numa oportunidade. Urge descobrir a nação e ter a vontade de se assumir como povo. O grande povo e a nação valente que “deu novos mundos ao mundo” tem-se manifestado incapaz de se descobrir a si. Um Estado é como uma planta. Se adoece, os parasitas cobrem-na facilmente. O país tem-se modernizado; não tem inimigos nem ódios mas encontra-se apático e doente. Depois do golpe de Estado, o fanatismo republicano e o oportunismo continua a tradição da “apagada e vil tristeza” dum conservadorismo míope e dum progressismo cego! Os cães de guarda do Estado contentam-se em morder e em ladrar alto e o rebanho atemorizado lá se vai movendo no respeito à própria lã que vê nos dentes deles! Acabe-se com o louvor do golpe e dos golpistas. Não notaram ainda que a revolução se encontra, desde há séculos, por fazer! Para nos levarmos a sério teremos de descobrir primeiro o povo e a nação. Então seremos capazes de enfrentar as desgraças históricas, sejam elas progressistas ou conservadoras. Há que aceitá-las, para nos podermos mudar e assim mudar o rumo português para o bem-estar de todos, nacionais e estrangeiros. Para isso precisam-se mulheres e homens adultos! “O povo unido jamais será vencido”, cantam as sereias, na certeza de que ele se embala na música e não se descubre como povo! Não vale a pena o queixume. Quem se queixa é pobre ou não pode! Trata-se de mudar mudando-se! A nação precisa de todos. António da Cunha Duarte Justo 22-04-2010 |
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Eleito o Secretariado Concelhio do PS para o mandato 2010/2012(0) No passado dia 15 de Abril de 2010, reuniu-se a Comissão Política Concelhia do PS Albergaria-a-Velha, tendo como um dos pontos da ordem de trabalhos a eleição do secretariado concelhio. Ver mais |
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Natação: CD Campinho em destaque no V Torneio Internacional de Bragança(0) O CD Campinho participou no V Torneio Internacional de Natação da Cidade de Bragança, a convite da Câmara Municipal de Bragança, no passado dia 17 de Abril. O clube fez-se representar por 26 atletas. João Figueiredo (100 Bruços e 100 costas) e Joana Baptista (100 Livres e 100 Bruços) venceram as duas provas individuais em que participaram. Gabriel Martins (100 Mariposa), Daniel Fernandes (100 Bruços), Nuno Correia (100 Bruços) Jessica Tavares (100 Bruços) e Ana Marques (100 Mariposa) conseguiram subir ao lugar mais alto do pódio nas provas indicadas. Daniela Génio bateu o recorde do clube na prova de 100 Mariposa, com o tempo de 1.16.35, o que lhe valeu a 2ª posição na prova. A estafeta masculina conseguiu a 2ª posição aos 4×100 Estilos e 4×100 Livres. Por sua vez, a estafeta feminina ficou-se pela 4ª posição nas duas provas. Foram conquistadas 27 medalhas no total, fazendo do CD Campinho a melhor equipa portuguesa em prova e a segunda no geral. O CD Campinho agradece o apoio da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, que possibilitou a presença neste torneio internacional com a cedência do transporte. 22-04-2010 |
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Badminton: Torneio de Divulgação de Albergaria foi um sucesso(1) A Associação de Diabéticos de Aveiro (ADDA), em colaboração com a Associação Regional de Badminton de Aveiro, o Clube de Albergaria e a Câmara Municipal, organizou no dia 17 de Abril o Torneio de Divulgação de Albergaria, acontecimento desportivo integrado no Calendário Oficial da Federação Portuguesa de Badminton. Neste torneio, participaram 5 atletas da ADDA, 2 da Associação Académica de Espinho, 6 da Associação Musical Recreativa e Cultural de Travanca, 4 do Centro Desportivo de Espinho, 7 do Clube de Albergaria e 5 do Colégio Internato dos Carvalhos. Durante 7 horas viveram-se, no Pavilhão Municipal de Albergaria-a-Velha, excelentes momentos de confraternização numa jornada desportiva de elevado valor social, onde o fair-play de todos os participantes foi bem visível durante as 62 partidas efectuadas em 6 campos. 22-04-2010 |
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Albergaria: Junta de Freguesia promove Concurso de Embelezamento de Ruas(2) A pensar na importância da promoção de boas práticas de vizinhança na Vila, a Câmara Municipal em parceria com a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha, está a promover o “Concurso de Embelezamento das Ruas”. Criado com o objectivo de potenciar o convívio entre os vizinhos e fomentar a aproximação das comunidades, este será um concurso que também convidará todos os munícipes a participarem na Festa do Vizinho 2010, consolidando assim, a “arte de bem vizinhar”. Para o Concurso de Embelezamento das Ruas, será necessário ter em conta a criatividade, a originalidade, os materiais a utilizar e sobretudo a presença de união e entreajuda entre os moradores. A rua mais bonita na Freguesia receberá um prémio ou uma menção honrosa, atribuída pelo júri. Relativamente à inscrição no concurso, cada rua participante deverá fazer a sua inscrição, em formulário próprio, na Câmara Municipal ou na Junta de Freguesia até ao dia 14 de Maio. Assim, o Dia Europeu do Vizinho será vivenciado de uma forma dinâmica, festejando as relações de vizinhança, combatendo a solidão e o isolamento, que tantas vezes se vê nas cidades. 22-04-2010 |
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