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Autores Albergarienses: Delfim Bismarck Álvares Ferreira Autores Albergarienses: Delfim Bismarck Álvares Ferreira(2)

Delfim dos Santos Bismarck Álvares Ferreira (Albergaria-a-Velha, 1970) é mestre em História da Idade Média, na especialização de História Económica, Social e Cultural (FL-UC), licenciado em História, variante de História da Arte (FCSH-UNL), pós-graduado em História e Património Local (ISCIA) e diplomado em Genealogia e Heráldica (IPH e UML).

Conservador da Casa-Museu Marieta Solheiro Madureira, em Estarreja, desde 1997, foi presidente da ADERAV – Associação para o Estudo e Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro (2001-2005) e presidente do Instituto de Genealogia e Heráldica da Universidade Lusófona do Porto (2006-2010), onde dirige como editor a Colecção Lusófona de Genealogia e Heráldica.

É director fundador das revistas Patrimónios (2001), Revista Lusófona de Genealogia e Heráldica (2006) e Terras de Antuã (2007), para além de:

- Membro da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais, da Associação Portuguesa de Genealogia, do Instituto de Genealogia e Heráldica da Universidade Lusófona do Porto e do Centro Lusíada de Estudos Genealógicos e Heráldicos.
- Colaborador na imprensa regional, desde 1994, com mais de uma centena de artigos sobre História, Património e Actualidade.
- Membro da Comissão Executiva das Comemorações do 250.º aniversário da elevação de Aveiro a Cidade (2009);
- Membro da Comissão Municipal de Distinções Honoríficas da Câmara Municipal de Aveiro, (2009-2010);
- Membro da Comissão Municipal de Toponímia da Câmara Municipal de Aveiro, (2006-2010);
- Membro da Comissão Consultiva do Património Edificado da Câmara Municipal de Aveiro, (2001-2008);
- Deputado da Assembleia Municipal de Albergaria-a-Velha, (1993-1997, 2009-…);
- Deputado da Assembleia da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (2010-…);
- Presidente da Assembleia Geral da ADERAV – Associação de Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro, (2007-…);
- Presidente da Assembleia Geral da Real Associação de Aveiro, (2003-…);
- Vice-Presidente da Assembleia Geral da Associação dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha, (2001-…);
- Presidente Fundador do Leo Clube de Albergaria-a-Velha (Lions International), (1988-1990);
- Vencedor do Prémio “Descobre a Tua Terra”, organizado pela Comissão Nacional dos Descobrimentos Portugueses, 1990;
- Docente na Universidade Moderna do Porto (1997-1998), Universidade Lusófona do Porto (2006-2007) e no Detmar – Departamento de Tecnologias do Mar, do Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração (2009-…).

É autor de diversos estudos sobre a região de Aveiro, com destaque para:

• Avanca e os seus autarcas – na Primeira e Segunda Repúblicas (1910-1974), 2011 (co-autoria);
• O Castelo e Palacete da Boa Vista, em Albergaria-a-Velha, 2010;
• Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República, 2010 (co-autoria);
• Ponte da Varela – Reabilitação e Alargamento, 2010 (co-autoria);
• Avanca e os seus autarcas – até à implantação da República (1836-1910), 2010 (co-autoria);
• O Brasão de Armas de Aveiro, 2009;
• Casa dos Morgados de Santo António da Praça, em Estarreja, 2009.
• História de Aveiro – Sínteses e Perspectivas, (co-coordenação), 2009;
• Christiano Vicente Leal – pintor retratista e fotógrafo (1848-1911), 2009;
• O Combate de Albergaria – a região de Albergaria-a-Velha e Estarreja durante as Invasões Francesas de 1809 (co-autoria), 2009;
• Estarreja, Cidade-Município, (co-coordenação), 2009;
• A Terra de Vouga nos séculos IX a XIV – Território e Nobreza, 2008;
• A inédita Carta de Brasão de Armas de Gaspar Pessoa Tavares de Amorim, 2008;
• Estarreja na Idade Média – documentação dos séculos X a XIII, 2008;
• Ramsay – uma família escocesa em Aveiro no século XVII, 2008;
• Os Regedores das freguesias do concelho de Estarreja, 2007;
• O Colégio Portuense – um estabelecimento de ensino modelo no final do século XIX – Fundação, primeiros docentes e alunos, 2006;
• As Pontes de São João de Loure (1896-2006), 2006;
• A Carta de Couto de Osseloa (1117) (co-autoria), 2005;
• Valmaior ao longo dos séculos, 2005;
• Percurso de Salreu – Guia de Campo (co-autoria), 2005;
• A Fábrica de Papel de Valle Maior (1872-1999), 2004;
• Moinhos do Concelho de Albergaria-a-Velha (co-autoria), 2003;
• Um inédito manuscrito genealógico do século XVIII da autoria do Dr. António Mourão da Rocha Botelho e Magalhães, 2003;
• Moinhos da Freirôa – uns dos seculares moinhos no Rio Caima no concelho de Albergaria-a-Velha (co-autoria), 2003;
• Pedras de Armas no Concelho de Albergaria-a-Velha, 2001;
• Associação dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha – Subsídios para a sua História, 2000;
• Casa e Capela de Santo António em Albergaria-a-Velha – Genealogia, História e Arte, 1999;
• Albergaria-a-Velha – Imagens do Passado, 1994;

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Apresentação do livro "Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República" Apresentação do livro "Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República"(0)

No âmbito das Comemorações do Centenário da Implantação da República, foi apresentado nos Paços o Município, na tarde de 6 de Novembro, o livro “Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República”, dos historiadores Delfim Bismarck Ferreira e Rafael Marques Vigário. Perante uma plateia de largas dezenas de pessoas, muitas delas descendentes dos 2.000 Albergarienses referenciados na obra, os autores apresentaram um retrato curioso sobre a sociedade Albergariense da época, apontando os aspectos de continuidade e ruptura após a queda da Monarquia.

Na primeira parte da apresentação, Rafael Marques Vigário apresentou o quadro demográfico de Albergaria-a-Velha que, na primeira década do século XX, era uma terra escassamente povoada, somente 15.000 habitantes, que se dedicavam à agricultura e que, há falta de alternativas, emigravam para o Brasil à procura de melhores condições de vida. Por seu lado, Delfim Bismarck Ferreira guiou os presentes numa verdadeira visita ao passado, com imagens e documentos de época, que contribuíram para a caracterização do Concelho em termos sociais, políticos, industriais e culturais. Um dado curioso é que, Albergaria-a-Velha, em 1910, era um destino habitual de excursões turísticas, graças à chegada da linha do caminho-de-ferro à região.

Quanto às mudanças após a implantação da República, estas não foram muito significativas; os nomes das ruas foram alterados, mas a população continuou a viver a sua vida pacata, sem grandes rupturas ou convulsões.

No final da apresentação do livro “Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República”, decorreu a habitual sessão de autógrafos.

29-11-2010
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria

António Justo: Encontramo-nos no Começo do Fim da Nação António Justo: Encontramo-nos no Começo do Fim da Nação(0)

O Paternalismo Estatal revela-se contra o Povo e contra a Nação

Um amigo mandou-me a citação seguinte, acrescentando o seu testemunho:

“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a ideia de que não precisa de trabalhar, pois a  outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende  que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.” Adrian Rogers, 1931

“Gostava de ler um comentário teu sobre este texto de Rogers. Eu vou relatar o que se passa com a cidade de B.K: 48 % do orçamento está a ser gasto em obrigações sociais a desempregados ou gente que ganha pouco. A cidade que outrora era bem cuidada, está irreconhecível!  A cidade não tem feito obras, até o relógio da estação na praça da Europa está há anos parado! Neste momento na Alemanha,  que tem uma população de 65 (82) milhões, 20 milhões estão aposentados! 3,5 milhões de lares estão falidos. Quando uma pessoa tem demasiadas dívidas entra em falência. A partir desse momento o Estado dá-lhe uma nova oportunidade. Se durante 6 anos não ficar a dever a ninguém, fica com o currículo limpo de novo e não tem de pagar as dívidas antigas. Claro que quem nunca mais vê o dinheiro são, por exemplo,  os senhorios dos apartamentos (nosso caso – a um inquilino que nos ficou a dever 2000 euros  foi-lhe perdoada a dívida e nós ficamos a ver navios… daí que nenhum particular quer mais investir na construção de casas…” Fim da citação.

Limito-me a fazer uma reflexão espontânea. A tese de Adrian Rogers está a tornar-se realidade. Com a agravante que o Estado, em vez de se esforçar por manter uma classe média alargada, capaz de suprir as deficiências estruturais e sociais do resto da nação, destrói-lhe as bases, favorecendo os super-ricos contra uma classe média honrada e contra uma população precária digna. A vida desonrada de uns e a arrogância e a soberba dos outros legitimam o caos e o desrespeito de leis que não foram concebidas no espírito do povo e da nação. O Estado, de dia para dia, perde a autoridade moral e revela-se, além disso, incompetente para gerir uma comunidade cada vez mais complexa. Onde a injustiça e o dolo imperam, a resposta consequente será o logro e a revolta. Hipocrisia, manipulação, oportunismo e sobranceria tornam-se virtudes da cidadania! Na Europa, os políticos europeus estão cada vez mais desacreditados. Assim já há várias

petições de assinaturas para diminuírem o número de deputados. Tem-se a ideia de estamos num governo mundial efectivo. Os deputados de cada país são vistos, por muitos, como uma sobrecarga extra e caríssima, que não traz proveito algum. Igualmente muitos queixam-se, em emails, do dispêndio supérfluo dos deputados de Bruxelas. “Estão lá para se governarem a si próprios. São sanguessugas a extorquir ainda mais sobretudo a classe média” e conclui-se: Não havendo nações, não há motivo para haver parlamentos. De facto, homens medíocres, mas bons soldados dos partidos, como no caso do director do Banco de Portugal, depois de ter deixado ir o país à ruína, são promovidos para a Europa ou para organizações mundiais. Os Judas da nação são os novos cavaleiros andantes de ideologias organizadas nas famílias partidárias ou em irmandades mundiais. Para se justificarem basta-lhes ouvir o relinchar do povo longínquo, certos de que da bosta do cavalo saem bons cogumelos…

Na Europa encontramos grande parte da sociedade desencorajada e Estados indiferentes. Depara-se com muita actividade sexual e com muito activismo mas com produtividade insuficiente. Hoje mesmo nas notícias do ZDF foi referido que apesar dos incentivos financeiros para os casais terem filhos, em 2009 houve de novo menos nascimentos. Enquanto em 2008 houve 682 000 nascimentos, em 2009 já só houve 665 000.

A sociedade e seus governos cada vez se tornam mais virtuais, sem fundamento real que ofereça perspectivas de futuro para a maioria. Não há credibilidade numa sociedade que se orienta apenas por leis e princípios externos alheios à relação interpessoal e social. No lugar duma comunidade nacional deparamos com um Estado anónimo de espírito parasitário em que a massa extensa (res publica) é considerada um agregado de coisas instrumento, de indivíduos objecto reduzidos a clientes, contribuintes e energúmenos isolados sem família nem pátria nem povo. A lei e o princípio não pressupõem sujeitos, partem de  objectos. A res publica , na prática, reduz o cidadão a coisa, a res cogitans. A dignidade humana deixa de estar imanente ao homem e à comunidade. Esta vem de fora,  é substituída pelo dinheiro. Quem não tem dinheiro não tem dignidade e quem não tem trabalho digno torna-se miserável. De pessoa e de comunidade passa-se a indivíduo e a sociedade desconexa. A pessoa deixa de ser fonte de valor. No Estado paternalista a dignidade adquirida no trabalho para a comunidade, torna-se impossível, dado o cidadão dependente se tornar num objecto, pertencente à massa abstracta pensada e a maior parte da actividade ser transformada em trabalho precário. A dignidade individual responsável, numa cultura consumista e consumidora é determinada pelo único valor válido, o Dinheiro e a relação individual é substituída pela relação de cliente em competitividade meramente mercantil. O valor passa a ser um abstracto despersonalizado e quantificado no dinheiro. O cidadão é considerado como cliente para o shopping.

Os governos não levam a sério o destino do seu povo. Criam leis de apoio às multinacionais de maneira a o Estado acarretar com os custos de medidas fomentadoras do desemprego dos seus cidadãos. O povo, ao ver a corrupção da sua fina-flor não se sente disposto a trabalhar por ordenados de miséria. Fá-lo mas numa atitude de escravo revoltado.
Nos tempos em que a democracia social dos anos 70 e 80 prometia funcionar, conheci pessoas alemãs que viviam da assistência social e faziam férias de vez em quando na Índia; conheci imigrantes que viviam melhor com o apoio social do que outros do trabalho; conheci também pessoas que queriam trabalhar e não lhes era dada oportunidade; conheci milionários humildes que trabalhavam, de manha à noite, solidários com os seus trabalhadores. Os tempos mudaram-se e a atmosfera tornou-se áspera. Optou-se pelo globalismo e este precisa dum proletariado barato disponível e igual em todo o mundo. Neste sector social realiza-se a igualdade. O mercado de trabalho passa a ser regulado por grupos de interesses longe do povo. Com o tempo, na sapata da sociedade, quem trabalha é burro. Os vencimentos de certas elites tornaram-se num grito de guerra para quem os alimenta. O Estado paternalista tem o seu preço. Produz oportunistas e pobres. O globalismo produz pobres envergonhados e ricos desavergonhados.

Os Estados, expurgados dos seus valores culturais específicos, sem valores interiores e sem capacidade de regulamentação económica, encontram-se a caminho da bancarrota. As nações, na sua concorrência entre si, agarram-se aos super-ricos e multiplicam-nos. Os políticos e as ideologias tornaram-se dependentes e sósias das grandes multinacionais e do turbo-capitalismo. O Estado delega na classe média activa a tarefa de aguentar com os encargos sociais a pagar a uma classe precária cada vez maior. A política, para manter o precariado calmo e silencioso dá-lhe, como esmola, o que tira, a mais, à classe média. As ideologias políticas arrimam-se ao Turbo-capitalismo não havendo, de momento nenhuma forçar capaz de defender os interesses da calasse média responsável e de valorizar as potencialidades dum precariado travado.
A insatisfação social revela-se na abstenção nas eleições ou no abandono dos partidos tradicionalmente portadores das suas esperanças. Espera-nos uma sociedade com muitos partidos em parlamentos ainda mais incapazes.
Tal como na bolsa se joga, irresponsavelmente, com o valor dinheiro, assim jogam os Governos com a produtividade dos seus súbditos. Adiam a derrocada sacrificando a classe média aos deserdados sociais. A imoralidade da “fina-flor” é de tal modo absorvente que só suporta uma sociedade húmus que a alimente. O embondeiro não suporta arbustos debaixo dele; chega-lhe a erva…

A sociedade que sustentamos e em que vivemos é altamente hipócrita e irresponsável. A ideologia materialista e racionalista, em voga, conduz a uma atitude utilitarista e individualista. O problema é que de um Estado social passamos a uma forma de estado paternalista que abandonou a sua missão de mediador. O princípio da responsabilidade individual e institucional deixou de ter valor. As nações encontram-se à chuva porque destruíram o seu tecto metafísico. Já Boethius reconhecia que quanto mais um ser racional orienta a sua razão em direcção a Deus mais livre é e quanto mais a razão se orienta no sentido descendente e baixa, na direcção da matéria, menos livre se torna.

O século passado atingiu o zénite duma época dialéctica em que o materialismo e o racionalismo se tornaram o ópio do Estado e do cidadão. O século XXI sairá da sua crise no sentido dum humanismo cristão que supere a dialéctica mecanicista e o diálogo de sujeito objecto no sentido duma nova consciência integral orientada por uma matriz do triálogo pessoal numa relação eu-tu-nós segundo o paradigma da trindade e da teoria da Informação da mecânica quântica.

Não somos fruto do destino mas criadores de destino. O destino é próprio do reino material mecânico (ciência). No reino espiritual já não domina o destino mas o sentido da relação pessoal providencial. Tudo está, com a divindade, nas nossas mãos. O mesmo Boetius dizia:” Donde vem o mal se há Deus? Mas donde vem o bem, se não O há?”

António da Cunha Duarte Justo
antoniocunhajusto@googlemail.com

Natação: Campeonato Regional de Absolutos – Viseu Natação: Campeonato Regional de Absolutos – Viseu(0)

Realizou-se nas Piscinas Municipais do Fontelo, em Viseu, o Campeonato Regional de Absolutos / JUN / SEN, nos passados dias 20 e 21 de Novembro 2010. Esta competição contou ainda com a participação de atletas Juvenis, embora como extra-competição.

João Figueiredo sagrou-se vice-campeão Regional na prova de 100 Costas com o tempo de 1.02.01. Na prova de 50 Costas alcançou a 3ª posição, ao realizar o crono de 29.68. Este atleta esteve ainda em destaque ao estabelecer um novo recorde do clube na prova de 50 Mariposa, fixando o novo máximo em 27.53.

As estafeta masculinas de 4x50L, 4x50E e 4x100E classificaram-se na 3ª posição.

Jessica Tavares estabeleceu um novo recorde do clube na prova de 50 Bruços, com o tempo de 38.49. Daniela Génio, na prova de 100 Mariposa estabeleceu igualmente um novo máximo do clube, ao realizar o tempo de 1.15.42.

Tomas Almeida foi o atletal Juvenil em destaque, ao realizar recordes pessoais em todas as suas provas.

29-11-2010
Fonte: CD Campinho

SC Alba promove Festa de Natal para crianças desfavorecidas SC Alba promove Festa de Natal para crianças desfavorecidas(5)

O Sport Clube Alba em pareceria com o gerente da empresa Fundição Penedo da Beira, Sr. Manuel Neves, vai levar a efeito uma Festa de Natal com entrega de presentes às crianças socialmente mais desfavorecidas do nosso concelho de Albergaria-a-Velha.

O evento, que terá lugar no salão dos Bombeiros de Albergaria-a-Velha, no próximo dia 04 de Dezembro, reunirá 50 crianças das freguesias de Alquerubim, São João de Loure, Frossos, Angeja, Albergaria a Velha, Vale Maior, Ribeira de Fraguas e Branca que certamente não mais esquecerão este dia.

Apesar das dificuldades financeiras das famílias e tecido Empresarial, é de louvar e engrandecer estes “Pequenos gestos e atitudes” de que só o ser humano é capaz”

29-11-2010
Fonte: SC Alba

Novas aquisições marcaram II aniversário do Arquivo Municipal Novas aquisições marcaram II aniversário do Arquivo Municipal(0)

No dia em que o Arquivo Municipal soprou duas velas (21 de Novembro) foram celebrados quatro protocolos com particulares e instituições – dois de doação e dois de aquisição sob forma de depósito – que vêm enriquecer o fundo documental deste importante equipamento municipal.

Jorge Manuel Arede Figueiredo, professor, doou diversos jornais locais antigos, muitos deles com mais de 100 anos, enquanto que Santiago de Lemos, advogado, entregou ao Arquivo um processo judicial cível de 1846, do Julgado de Paus. Quanto aos protocolos celebrados com instituições, a Junta de Freguesia de Alquerubim cedeu vários livros de actas e o projecto da Igreja de Santa Marinha, do Arquitecto Francisco Silva Rocha, um dos nomes mais importantes da arquitectura Arte Nova, e a Junta de Freguesia da Branca entregou sob forma de depósito vários livros de actas, correspondência e registos. O Arquivo Municipal comprometeu-se a fazer o tratamento arquivístico e a difusão dos documentos entregues ao seu cuidado que, desta forma, ficam acessíveis a um público mais vasto.

Neste dia de festa, houve ainda a oportunidade de fazer uma visita guiada às instalações, com paragem no depósito documental com cerca de mil metros de estantaria compacta, e ir em “Busca dos Documentos Antigos”. Nesta actividade, os visitantes puderam conhecer algumas raridades, tais como partituras da Banda Alba, doadas pela Metalurgia e Fundição METAFALB, S.A., o “Esquema das Azenhas da Ribeira de Fontão” do início do século XX, cedido a título de depósito por Joaquim Almeida, e o muito aguardado Foral Manuelino de Frossos, do século XVI, cedido pela Junta de Freguesia de Frossos e que, devido à sua frágil condição, não é exposto em espaços públicos.

A tarde acabou com bolo e um brinde ao Arquivo Municipal, ao qual todos desejaram uma longa vida ao serviço da comunidade!

29-11-2010
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria

Formação em literacia digital do projecto “Ler em comunIDADE” Formação em literacia digital do projecto “Ler em comunIDADE”(1)

Estão abertas as inscrições para a terceira formação em literacia digital do projecto “Ler em comunIDADE”. Desta vez, o tema é “Como utilizar Livros Digitais – Novas opções das Bibliotecas”, sendo que esta acção terá início a 11 de Dezembro, na Biblioteca Municipal.

Ao longo de oito horas, os participantes irão aprender a utilizar, de uma forma aprofundada, as funcionalidades mais avançadas disponíveis na Homepage da Biblioteca Municipal e no Internet Explorer, no que diz respeito a Livros Digitais, ganhando, assim, novas competências na área de pesquisa de informação para a realização de trabalhos. Para além da componente teórica, os formandos irão realizar um trabalho prático de grupo que será apresentado na última sessão da formação.

A participação na acção “Como utilizar Livros Digitais – Novas opções das Bibliotecas” é gratuita!

29-11-2010
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria

Município de Albergaria-a-Velha ganhou três prémios de Desporto Escolar Município de Albergaria-a-Velha ganhou três prémios de Desporto Escolar(0)

O Município de Albergaria-a-Velha arrecadou três prémios na “Festa do Desporto Escolar 2010”, evento organizado pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), que teve lugar a 12 de Novembro, em Torres Novas. “Prémio Autarquia”, “Prémio Agrupamento de Escolas “ para o Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha, e “Prémio Natação”, para o aluno João Miguel Tavares Figueiredo, de 17 anos, foram os galardões atribuídos ao Município nesta cerimónia, que contou com a presença da Ministra da Educação, Isabel Alçada.

O “Prémio Autarquia”, entregue pela Directora-Geral da DGIDC, Alexandra Marques, ao Presidente da Câmara Municipal, João Agostinho Pereira, veio distinguir o “excepcional comportamento e desempenho nas actividades do Desporto Escolar”, que se tem manifestado de diversas formas, desde a cedência gratuita dos equipamentos desportivos, ao apoio nas actividades das escolas, passando pelo envolvimento nas Finais do Campeonato Nacional de Desporto Escolar 2010.

Para José Licínio Pimenta, Vereador do Desporto, este prémio “é o reconhecimento da disponibilidade, do apoio e das condições que a Câmara Municipal tem dado às escolas e ao Ministério da Educação na organização das várias actividades ligadas ao desporto escolar”.

29-11-2010
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria

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