
Para além do bom resultado da gestão do Orçamento de 2010, o último relatório do Endividamento Líquido Trimestral, aferido pela Direcção-Geral das Autarquias Locais, indica que houve uma redução de 100% do montante de endividamento líquido do Município. Neste momento, a sua margem de endividamento é de 11.379.663 euros, que corresponde ao respectivo limite legal máximo permitido, ou seja, o Município de Albergaria-a-Velha não utilizou qualquer montante do endividamento líquido que lhe é permitido, nos termos da Lei de Finanças Locais.
Numa época em que os cortes nas transferências do Estado complicam muito as contas das autarquias, o executivo camarário está bastante satisfeito por conseguir manter um saudável equilíbrio entre as receitas e as despesas; ainda mais num ano em que arrancaram importantes investimentos locais, tais como o Cine Teatro Alba, a nova Biblioteca Municipal, o Centro Cultural de S. João de Loure ou os dois novos Centros Escolares, que pesam bastante no Orçamento.
Para o Presidente da Câmara Municipal, João Agostinho Pereira, o bom desempenho financeiro de 2010 deveu-se “ao rigor com que a Câmara Municipal tem sido gerida nos seus mandatos, à selecção criteriosa dos investimentos, à constante procura e aproveitamento de candidaturas e possibilidades de financiamento e ao facto de só se comprar aquilo que se pode pagar e fazer-se as obras de acordo com o plano financeiro que a autarquia pode honrar.” Ainda de acordo com o autarca, “a política que a Câmara Municipal tem seguido, de cumprir integral e atempadamente com os seus compromissos, tem possibilitado ganhos importantes, quer ao nível das compras, comprando a preços mais competitivos, quer ao nível das empreitadas, onde temos beneficiado do interesse de muitos concorrentes, com a natural disputa do melhor preço.”
07-01-2011
Fonte: Câmara Municipal de Albergaria





5 comentários
#1Raul silva8 de Janeiro de 2011, 19:11
Parabéns sr. presidente na verdade hoje e muito raro obter lucro seja no que for e realmente um feito que merece parabéns…
#2RC14 de Janeiro de 2011, 19:13
Expropriar ou comprar por acordo uns metros de terreno dos quintais da Rua Gonçalo Eriz e da Rua Miguel Bombarda para alargar aquelas ruas era uma boa aplicação para uma pequena parte desses fundos. Se já é difícil de aceitar uma selva no centro da vila, mais difícil é que nada se faça para resolver o cancro que é o trânsito na Rua Gonçalo Eriz quando há meios legais e financeiros para isso.
#3À Coca17 de Janeiro de 2011, 10:44
E aquela casa a seguir à residência paroquial, era a câmara comprá-la para demolir uma parte e alargar a rua, ali é um sítio perigoso onde até já morreu uma bombeira num acidente.
#4À Coca17 de Janeiro de 2011, 11:03
Li há tempos que Albergaria ia passar a ser cidade; como é possível que Albergaria seja cidade se está cheia de matagais, muros a cair, casas abandonadas, ruas onde mal passam dois carros, etc, etc no centro da vila??? Ainda mais apresentando a câmara saldo nas contas quando o normal é estaremm todas mais do que endividadas? É ver essas ruas já aqui faladas e outras , são várias à volta do centro, aí era bem aplicado o dinheiro a melhorar as ruas, a acabar com os matagais e as ruinas, obrigar os donos a pôr pelo menos os muros decentes ou a construir ou vender para construção e pôr Albergaria com jeito de cidade, só no papel não tem interesse nenhum, ficava até esta gerência da câmara na história de Albergaria por um motivo bom, dar a volta a isto. Assim como está mais parece uma aldeia.
#5Augusto Costa19 de Junho de 2011, 22:57
Alguns caminhos do monte atrás da Zona Industrial estão uma vergonha, senhores autarcas e a exploração florestal é uma das maiores fontes de riqueza do concelho, mais atenção a isso, é no Verão que se trata deles, mais a mais que a Câmara até tem maquinaria e pessoal para isso.
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