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ASSA já está certificada(0) A Associação de Solidariedade Social de Alquerubim (ASSA) é a primeira IPSS de Município a estar certificada de acordo com a Norma ISO: 9001: 2008, o que atesta que a Instituição é regida por regras de exigência e qualidade reconhecidas internacionalmente. Para a direcção da ASSA, a implementação de um sistema de gestão de qualidade e posterior certificação foi uma consequência natural do grande crescimento que a instituição teve ao longo dos seus 17 anos. Com uma média de 47 funcionários e 300 utentes distribuídos por oito valências – Creche, Jardim-de-Infância, Centro de Actividades de Tempos Livres, Centro de Convívio, Centro de Dia, Apoio Domiciliário, Estrutura Residencial para Idosos e Atendimento à Família e à Comunidade – revelou-se necessário definir novas formas de organização que não só respeitassem todas as normas legais em vigor, mas que garantissem um elevado padrão de qualidade. Não obstante a Associação já cumprir todos os requisitos exigidos pela Segurança Social, havia a vontade de ir mais além e marcar a diferença no universo das Instituições Particulares de Solidariedade Social. Com o acompanhamento da empresa de consultadoria Process Advice, foram revelados os aspectos que a ASSA faz bem e o que é preciso melhorar para garantir um funcionamento mais rigoroso e transparente, onde a satisfação dos utentes, fornecedores e funcionários é prioritária. No entanto, apesar da instituição estar já certificada pela LUSA AENOR, isso não significa que o processo acabou. Na verdade, um sistema de gestão da qualidade exige a monitorização contínua, pelo que vão ser realizadas, de forma regular, auditorias externas, para comprovar que tudo continua a funcionar de acordo com as normas exigidas. Para a direcção da ASSA, a qualidade tem de ser a cultura da organização, sempre na perspectiva de melhor servir, com rigor e exigência. 26-09-2011 |
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Alquerubim: Ameaças atenuam pena de homicida(0)
Jorge Pinheiro, 38 anos, que, em Agosto de 2009, matou a tiro um vizinho em Alquerubim, Albergaria-a-Velha, viu a sua pena diminuir de 13 anos e meio para 11 anos e 4 meses de cadeia. A decisão foi tomada pela Relação de Coimbra e confirmada recentemente pelo Supremo Tribunal de Justiça. Os juízes consideraram que o homicida foi incitado a cometer o crime, pois era alvo de ameaças por parte da vítima, que desconfiava que Jorge mantinha um relacionamento com a sua mulher. O processo terá de ser, no entanto, novamente remetido ao Tribunal de Albergaria. Em causa, está uma alteração na lei das armas, que entrou em vigor após o crime e antes do acórdão condenatório, que diz que os homicídios cometidos com arma de fogo devem ter a pena agravada. A questão foi levantada pelo Ministério Público, e o STJ entendeu que o caso deve voltar ao tribunal de 1ª instância, de forma a que seja tomada uma decisão.Recorde-se que o caso ocorreu a 8 de Agosto de 2009, no café Correios Bar em Alquerubim, Albergaria-a-Velha. Horas antes de a vítima ser assassinada, Carlos Melo, de 50 anos, ameaçou novamente Jorge, pois desconfiava que ele mantinha um caso com a sua mulher. “É hoje que te vou matar”, terá dito Carlos.Já por volta das 23h50, Jorge passou de carro junto ao café e parou junto a uma viatura, na qual estava Carlos. Pegou então numa pistola e disparou. 15-08-2011 |
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Incêndio Florestal em Paus(0) Um incêndio deflagrou hoje, com início por volta das 14h30, na localidade de Paus, Albergaria-a-Velha, e foi dominado duas horas depois. Este incêndio em eucaliptal chegou a ter uma frente activa e foi combatido por várias corporações de bombeiros. No total estiveram no terreno 83 operacionais (67 bombeiros, 10 agentes do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR e 6 sapadores florestais), auxiliados por 20 veículos e um helicóptero de ataque inicial. Protecção Civil reforça a Zona Centro 10-08-2011 |
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Alquerubim: Deficiente sem carta foge à GNR e sofre despiste(0) Uma perseguição que durou mais de meia hora culminou ontem num despiste, tendo o condutor do veículo em fuga sofrido ferimentos ligeiros. O indivíduo, com cerca de 30 anos, não obedeceu à ordem de paragem de uma patrulha da GNR, pelas 18.05, em Águeda, e a perseguição terminou em Alquerubim, Albergaria-a-Velha, quando o veículo se despistou e ficou imobilizado junto a um muro. Fonte da GNR disse ao DN que “o indivíduo, deficiente motor, não possuía habilitação legal para conduzir o Fiat Uno em que seguia não tinha seguro nem inspecção periódica desde 2004″. O veículo estava referenciado pelas autoridades para apreensão. A caça ao homem teve início depois de o indivíduo desobedecer a uma ordem de paragem da GNR, juntos de uns semáforos, em Águeda. O homem acelerou e fugiu, percorrendo várias localidades do concelho de Águeda, inclusive o IC2. “Um popular apercebeu-se da situação e arremessou-lhe um vaso para o carro”, adiantou fonte da GNR. A fuga terminou na localidade de Alquerubim, em Albergaria-a-Velha, quando o homem se despistou, ficando encarcerado e a viatura imobilizada. O ferido foi transportado ao Hospital de Aveiro. 15-06-2010 |
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Alquerubim: 13 anos e meio de cadeia para homicída(1) O homem acusado de matar, à queima roupa, um vizinho que o importunava por alegados ciúmes, foi condenado no juizo criminal de Albergaria-A-Velha a 13 anos e seis meses de prisão, em cúmulo jurídico, por homicidio e posse de arma proibida. O crime ocorreu na madrugada de 9 de Agosto do ano passado, junto ao Correios Bar, situado na freguesia de Alquerubim. Foi dado como provado que o presumível homicida, operário fabril de 40 anos, aproximou-se na sua viatura ligeira do BMW onde estava a vítima, operário de construção civil de 50 anos, acompanhado de uma mulher, descarregou “pelo menos três projectéis” e fugiu, entregando-se só mais tarde à polícia para confessar os factos. Carlos Alberto “é surpreendido pelos disparos” a curta distância, o que no entender do colectivo revela que Jorge Pinheiro tinha a intenção matar, até por alvejar uma “zona vital”. O tribunal acabaria, contudo, por imputar ao arguido um crime de homicídio simples e não na forma qualificada, como estava acusado, valorando os “antecedentes de ameaças” que lhe teriam sido feitas pela vítima, inclusivamente “de morte, com um disparo de arma de fogo que atingiu a sua viatura. Tal comportamento resultaria de ciúmes de Carlos Alberto por desconfiar que Jorge Pinheiro manteria uma relação com a sua ex-esposa, o que o presumivel homicida sempre negou no julgamento. Segundo o juiz-presidente, o colectivo teve em conta na pena aplicada a boa inserção do arguido na comunidade, onde “era mais querido do que a vítima”. A defesa pretendia a condenação de Jorge Pinheiro por ofensas à integridade física agravado, em resultado de acto “irreflectivo” por “temor” do falecido, argumentos que o tribunal não acolheu, não tendo dado também como provado um primeiro disparo “para o chão”. O arguido foi condenado a 13 anos por homicidio simples e dois anos pela arma de fogo, aplicando em cúmulo jurídico a pena única de 13 anos e 6 meses, o que resulta do agravamento da lei das armas que entrara em vigor um mês antes do crime. A pena máxima por homicídio simples é de 21 anos. 04-06-2010 |
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Fial: Duas domésticas detidas por suspeita de homicídio de jovem(0) Duas mulheres foram detidas pela PJ de Aveiro por suspeita de estarem envolvidas na morte de um homem de 25 anos, morto a tiro no domingo num pinhal perto de Fial, concelho de Albergaria-a-Velha. «A investigação levada a cabo permitiu recolher fortes indícios do presumível envolvimento de ambas no homicídio que vitimou um jovem, com 25 anos de idade», lê-se numa nota emitida pela polícia, salientando que uma das suspeitas tem 45 anos e outra 22. «A vítima foi atingida com disparos de arma caçadeira», refere ainda a PJ, acrescentando que não foi «ainda totalmente definida a motivação do crime», mas já foi apreendida a arma que terá sido utilizada. «No mesmo dia, pouco tempo após a consumação do homicídio apresentou-se na GNR local um indivíduo, familiar das arguidas, assumindo ter sido o autor do crime», relata a PJ, defendendo que esta seria uma «versão fictícia». «Todavia o trabalho desenvolvido na fase inicial de forma praticamente ininterrupta, possibilitou concluir que tal atitude visa apenas confundir a investigação com intuito de, mediante o erro criado pela versão fictícia apresentada, dificultar a linha de orientação traçada e assim impedir a identificação do verdadeiro autor dos disparos», salienta a nota. 25-05-2010 |
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Fial: Autor confesso de homicídio de jovem não convence PJ(0) A PJ de Aveiro está a investigar outras pistas relacionadas com a autoria dos disparos que mataram um rapaz no lugar do Fial, para além do indivíduo que confessou o acto. A vítima, de 25 anos, referenciada por consumo e tráfico de droga, bem como crimes contra património (assaltos e roubos), foi atingida por tiros de caçadeira, domingo à tarde, quando se deslocou a um acampamento cigano, no Fial, freguesia de Alquerubim, possivelmente para comprar produto estupefaciente. Um jovem de 23 anos de etnia cigana residente no local entregou-se ao final da tarde no posto da GNR de Albergaria-a-Velha alegando ter sido o autor dos disparos fatídicos que poderão ter ocorrido durante uma discussão relacionada com negócios de droga. Fonte da PJ admitiu ao DN que estão a ser investigados outros cenários, incluindo a possibilidade de o suspeito, que não está detido, encobrir o verdadeiro autor. No momento em causa, fazia-se acompanhar de uma mulher. A PJ procurava também ouvir o indivíduo que esteve no acampamento com o falecido João Filipe Simões Curto, que vivia com a mãe, no Luso. 25-05-2010 |
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