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Branca: Caminhada de Solidariedade é já amanhã!(0) Organizada pelos Caminheiros da Branca, com o patrocínio de algumas empresas, vai decorrer no domingo, 17 de Outubro, uma “Caminhada de Solidariedade”. A concentração está marcada para as 9h00, em Nobrijo, junto da padaria Élio Dinis. A caminhada tem o objectivo de angariar fundos para a construção do novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha. Antes da partida para um percurso que totalizará 7 quilómetros, será distribuído a cada um dos participantes uma camisa alusiva e um lanche. Para participar, poderá contactar: Acácio Marques (telef. 234 541 894), José Vicente (933 193 850) ou ainda para a Secretaria dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha (234 529 113). A inscrição para este acto solidário para com os “soldados da paz” custa 5 euros. 16-10-2010 |
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Albergaria-a-Nova: Carro incendeia-se e mata condutora(1) Jovem de 22 anos não tinha carta de condução. Ia para o trabalho quando um brutal acidente lhe roubou a vida. Ficou presa na amálgama de ferros. Íris Pimenta, de 22 anos, ia a caminho do trabalho quando colidiu com um camião. O Ford Fiesta incendiou-se e a jovem morreu carbonizada, presa dentro carro. O brutal acidente aconteceu ontem de manhã, às 06h20, no IC2, em Albergaria-a-Nova. Segundo os colegas, Íris não tinha carta de condução, mas todos os dias conduzia para o trabalho, na Galp da Branca, Albergaria-a-Velha. Deixou órfã uma menina de três anos. “Não sei como aconteceu. Estive no local e não percebo. Foi horrível”, disse ao CM Mário, o irmão mais velho da jovem. Uma curva mal calculada é a hipótese apontada pelas autoridades como a mais provável para o acidente. O carro de Íris passou para a faixa de rodagem contrária, embateu contra o camião e incendiou-se. O banco em que a jovem seguia foi parar às traseiras do carro. A vítima ficou presa e não conseguiu escapar das chamas. “Eu dizia-lhe sempre para ter cuidado a conduzir, porque não tinha carta. Ia tirá-la este ano”, contou uma colega de trabalho. Em casa da jovem, o ambiente era de dor e de luto. Por entre as lágrimas, poucos conseguiam falar. “Não dá para acreditar”, desabafou o irmão, Mário. Íris era casada há três anos, mas estava separada do marido. Vivia, agora, com a mãe e a filha, no centro de Albergaria-a–Velha. Ontem de manhã, preparava-se para voltar ao trabalho quando o fatal acidente lhe tirou a vida. O funeral é amanhã, pelas 16h30. 30-09-2010 |
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Branca: Padaria/pastelaria Ceifeira assaltada(0) Na vila de Branca, no concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro, junto à Estrada Nacional 1, ao quilómetro 255, a padaria/pastelaria Ceifeira foi assaltada cerca das 03:35 por quatro indivíduos, que partiram o vidro da montra e levaram a máquina de tabaco e um plasma que estavam no estabelecimento. 20-08-2010 |
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Soutelo: Família tinha negócio de segurança privada ilegal(0) Um grupo a operar a partir de Soutelo, Albergaria-a-Velha que controla várias empresas de segurança privada está a ser investigado porque, há vários anos, estará a operar ilegalmente, conseguindo angariar clientes em todo o País, incluindo de serviços públicos. A PJ de Aveiro partiu para o terreno, confirmando que as empresas deste grupo de segurança não tinham alvará, pelo que não possuíam “as condições legalmente exigidas” para prestar esse serviço. Foram identificadas e constituídas arguidas três pessoas, duas delas ligadas à gerência. Trata-se de pai, mãe e filho, entre 20 e 40 anos. O casal está ligado a tempo inteiro à gerência das empresas. Entre os requisitos em falta constam a exigência de cauções financeiras, plano de formação dos vigilantes contratados e garantias de fiscalização e controlo da actividade. O facto de as entidades contratantes privilegiarem, muitas vezes, apenas o preço, procurando os contratos mais baratos, terá levado a falhas de verificação da legalidade das empresas prestadoras. Está, para já, afastada, no caso do grupo investigado, eventual falsificação de documentos a provar a existência de alvará. A fase mais recente das investigações, que motivou já buscas às instalações administrativas, no lugar de Soutelo (freguesia da Branca), bem como a uma residência desta localidade, culminou com a identificação dos três familiares, agora arguidos, “por suspeitas de exercício ilícito de segurança privada”, tendo informado o nosso jornal que “nesta altura não prestam declarações”. Entre os seus clientes, concentrados, sobretudo no Norte e Centro do País, constam privados mas também há várias entidades públicas, nomeadamente, câmaras municipais e outros que pela sua “sensibilidade” os investigadores preferem manter sob reserva. “A actividade de segurança privada é mais delicada do que as pessoas possam pensar, pela responsabilidade do serviço em causa”, assume ao DN fonte da PJ de Aveiro. A empresária identificada estará ligada ao ramo da segurança privada, desde 1996, participando em várias sociedades criadas desde então, a última das quais há dois anos, ao que tudo indica, com o marido, chegando a contratar dezenas de vigilantes. Para contornar as dificuldades criadas pela investigação policial, ultimamente, os arguidos terão optado por representar outra empresa de segurança, que estará legal, cobrando uma comissão por clientes angariados. As buscas às instalações onde funcionam as firmas e à residência dos suspeitos permitiram aos investigadores a apreensão de diversos objectos, incluindo réplicas “de qualidade” de várias armas, entre as quais figuram espingardas de assalto, bem como fardamento e emblemas (crachás). Os inspectores trouxeram ainda documentos que, refere o comunicado do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro, suportam as relações contratuais “em algumas casos a nível nacional, de prestação de serviços de segurança”. As investigações vão agora prosseguir “no sentido de identificar as situações e envolvidos nos factos ilícitos”, acrescenta a PJ, que pretende ainda apurar, por exemplo, o grau de cumplicidade de funcionários vigilantes. 27-06-2010 |
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Soutelo: APPACDM organiza o 1º Passeio de Motorizadas pela Igualdade(0) A APPACDM de Albergaria-a-Velha, em colaboração com um grupo de amigos de Soutelo, irá realizar no próximo dia 11 de Julho o 1º Passeio de Motorizadas pela Igualdade. A saída às 9h30 da sede do G.D.R. de Soutelo, irá passar por Albergaria-a-Velha, com paragem na Alameda 5 de Outubro para aperitivos, seguindo por Valmaior, Ribeira de Fráguas, com destino à Sra. da Saúde para almoço convívio com porco no espeto. Inscrição: 15€ (Inclui brinde, t-shirt, boné, 3 sandes e 4 cervejas) 29-06-2010 |
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Fradelos: Septuagenária morre em acidente de viação(0) Uma septuagenária faleceu e outra mulher ficou ferida na sequência de um acidente rodoviário que ocorreu, no passado dia 8 de Junho, ao final da tarde, em Albergaria-A-Velha. As vítimas, familiares, residentes no concelho, seguiam numa viatura ligeira que ter-se-á despistado antes de por embater num pinheiro na berma do caminho que liga o monte de Nossa Senhora do Socorro a Fradelos. A mulher que faleceu, com residência em Fradelos, seguia no lugar do pendura, tendo sido retirada do local já cadáver. A condutora do automóvel de marca Opel, moradora em Frossos, foi estabilizada e conduzida ao Hospital Distrital de Aveiro com ferimentos de média gravidade. Os Bombeiros de Albergaria-A-Velha receberam o alerta de acidente pelas 17:39. Além de três ambulâncias e uma viatura de desencarceramento, esteve no local a Viatura Medicalizada de Emergência e Reanimação (VMER) de Aveiro. O Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes (NICA) do Destacamento de Trânsito da GNR de Aveiro abriu um inquérito. Desconheciam-se as circunstâncias do despiste, a não ser que envolveu apenas o automóvel sinistrado quando circulava no sentido Nossa Senhora do Socorro / Fradelos. 11-06-2010 |
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Branca: Camiões carregados de madeira povoam ruas(0) A população da Branca está indignada com os camiões de alta tonelagem que “habitam” diariamente as ruas da vila. Pensam mesmo ir a uma sessão da Câmara Municipal para apresentar problema. Vários camiões de alta tonelagem de rolaria de eucalipto encontram-se diriamente estacionados de forma preocupante, povoando as ruas da Branca. Tem sido muitas as queixas de automobilistas acerca da forma como são deixados alguns camiões nas ruas desta vila, pondo em perigo a segurança dos utentes. E não é só isso, é também o estado em que as estradas municipais se encontram pois não estão preparadas para receber camiões com 40 toneladas de madeira ou mais. As ruas estão completamente escavacadas. Alguns automobilistas e utentes das estradas dizem mesmo que “as mesmas não são só para madeireiros, são de todos nós, por isso é preciso perguntar a quem de direito quando é que isto vai acabar?” E vão mais longe questionando-se porque é que os camiões carregados não ficam nos estaleiros das empresas em vez de ficar nas ruas. Dizem mesmo os antigos depósitos do Cabo Aéreo em Albergaria-a-Nova agora são polivalentes porque servem de parque a uma empresa TIR e simultaneamente de estaleiro de madeiras e de local de pesagem de camiões das mesmas, vindo ali alguns carros tarear, porque a madeira vai para Espanha. No passado eram as bedfordes e as volvos e outros camiões que descarregam ali as madeiras para Celulose do Caima, e nos outros estaleiros da Quinta do Caima, no entanto o que se verifica nos dias de hoje, não acontecia naquele tempo porque os camiões eram de muito menos tonelagem. Muitos dos habitantes interrogam-se “será que neste contexto está bem ali localizado um depósito de madeiras e de pesagem no meio da povoação com um tráfego intenso, em certas alturas, de camiões de alta tonelagem, entupindo o trânsito e danificando as ruas? Não será melhor ser transferido para fora da povoação como por exemplo para a zona industrial?” Apenas as autoridades de trânsito podem fazer alguma algo para contrariar esta situação, mas também a Câmara Municipal de Albergaria colocando sinalização adequada em algumas ruas não permitindo a circulação de pesados de alta tonelagem. Os habitantes da Branca sugerem que os camiões apenas entrem e saiam só pela rua da Linha, poupando a que vem dos lados da Brancauto para o Largo do Padrão. Alguns automobilistas e outros utentes já ponderam, caso as coisas não melhorem, irem a uma sessão da Câmara Municipal apresentar o problema. “Todos nós precisamos de trabalhar em segurança e com estes ‘comboios’ na rua isso não pode ser” – afirmam. 17-05-2010 |
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Branca: Suspensão da A32 “abre uma janela de oportunidade”(1) A suspensão da construção da A32 “abre uma janela de oportunidade” para a Branca, afirmou o deputado João Correia, do PS, num debate que decorreu no passado sábado à tarde promovido pela Associação do Ambiente e Património da Branca (Auranca). O deputado socialista João Correia considerou que a suspensão da construção da A32 decidida recentemente pelo Governo “abre uma janela de oportunidade para ver se existe uma saída que diminua os impactos negativos ambientais e de património” no atravessamento da Branca. João Correia foi um dos participantes no debate promovido ontem à tarde pela Associação do Ambiente e Património da Branca (Auranca) que decorreu no auditório, do Centro Cultural da Branca em que esteve em foco a A32, os impactos ambientais, o investimento público em Portugal e o direito das populações. O Centro Cultural da Branca quase se encheu, destacando-se a presença de uma representação da Plataforma do Choupal (Coimbra). João Correia lembrou que a declaração de impacte ambiental ao traçado na Branca “tem algumas medidas preventivas e cautelares de salvaguarda dos interesses locais”. Opinião diferentes teve o deputado do PSD, Jorge Costa. “Sempre estivemos contra a a construção da A32, não faz sentido, temos três auto-estradas no espaço de seis quilómetros”, disse, enquanto a sua colega Carina Oliveira defendeu como alternativa para o atravessamento da Branca o traçado 5-B. Raul Almeida, do CDS-PP lamentou a ausência de qualquer elemento do Governo no debate e lembrou a afirmação do seu colega socialista João Correia no sentido de a suspensão da construção da A32 abrir “uma janela de oportunidade” para a Branca. “Tem que haver uma solução de consenso e de abertura ao futuro”, realçou. “O estudo de impacte ambiental chumba três dos cinco itens”, referiu por seu turno José Pureza, do BE para quem “este troço começa mal em Lisboa e acaba pior em Coimbra. António Resende, do PEV apelaria à não desmobilização dos habitantes da Branca. |
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