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Branca: Auranca promove reflexão sobre a A32 e o investimento público Branca: Auranca promove reflexão sobre a A32 e o investimento público(0)

A Associação do Ambiente e Património da Branca (Auranca) organiza este sábado, 15 de Maio, às 14h30, no Centro Cultural da Brancam, Albergaria-a-Velha,  uma conferência/debate sobre o investimento público em Portugal, as grandes obras públicas, onde se insere a A32, e os direitos das populações.

Segundo Joaquim Santos, da Auranca, o evento destina-se a «proporcionar uma discussão ampla sobre todas as incidências que uma obra como a A32 implicam, não se restringindo o debate apenas ao problema do traçado na freguesia da Branca mas a outras questões essenciais para o país».

«Queremos que o país saiba porque se tomam certas decisões contra as populações. Queremos saber porque é que os Estudos de Impacto Ambiental (EIA) não são documentos técnicos sérios e fundamentados. Queremos saber porque não se faz uma gestão séria dos dinheiros nestes grandes investimentos públicos», afirma.

O porta-voz do movimento cívico que contesta a construção da A32 a nascente da freguesia da Branca, alerta para o facto de «sermos um país de recursos económicos limitados pelo que o dinheiro público deve ser muito bem gerido».
Joaquim Santos questiona se «valerá a pena fazer mais auto-estradas em locais já servidos de estruturas rodoviárias como é o caso da ligação Lisboa /Porto que já possui duas auto-estradas (A1 e A29), sendo a A32 a terceira?».
O Governo, através do ministro das Obras Públicas, António Mendonça, anunciou recentemente que o projecto das Auto-Estradas do Centro, onde se inclui a A32, irá ser reavaliado, não avançando com a sua construção.

O anúncio é uma boa notícia para a Auranca mas Joaquim Santos diz que a luta não termina com a suspensão do investimento. «A Auranca quer que seja feita a reavaliação do Estudo de Impacte Ambiental e estudadas as alternativas de traçado que a população deseja», afirma.

«Será solicitada uma audiência ao ministro das Obras Públicas para saber qual a reavaliação que o Governo pretende fazer na medida em que pretendemos que este assunto fique definitivamente resolvido antes que um outro Governo decida reactivar este processo sem resolver o problema do traçado na freguesia da Branca», explica Joaquim Santos.

«Iremos continuar a trabalhar e a exigir que a solução para o problema passe por uma reavaliação ambiental», sustenta, mostrando-se confiante «numa solução tecnicamente satisfatória que salvaguarde os interesses das populações». «Com a nossa luta, já conseguimos muito e hoje a obra ainda não está no terreno porque lutámos e conseguimos anular o concurso», refere Joaquim Santos.

A conferência do dia 15 de Maio conta com a participação de Horácio Antunes, deputado do PS e membro da Comissão de Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Jorge Costa, deputado do PSD e ex-secretário de Estado das Obras Públicas, José Pureza, deputado do Bloco de Esquerda e professor da Faculdade de Economia de Coimbra, Helder Amaral, deputado do CDS e membro da Comissão de Obras Públicas da Assembleia da República, Jorge Machado, deputado do PCP, e Heloísa Apoloni, do partido ecologista “Os Verdes».

Também o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, e o presidente do Conselho de Administração da Estradas de Portugal, Almerindo Marques, foram convidados a integrar o leque de conferencistas.

14-05-2010
Fonte: Auranca

Nobrijo: População mobiliza-se e arranca com as obras do Campo Desportivo Nobrijo: População mobiliza-se e arranca com as obras do Campo Desportivo(2)

Em Nobrijo,  na Branca criou-se uma comissão para o arranque das obras para o campo desportivo da aldeia. Após anos de estagnação e apatia com o terreno adquirido e terraplanado um pequeno grupo de habitantes decidiu recentemente por mãos à obra e continuar com o plano iniciado na década de oitenta.

A ideia foi criar uma associação mas para que tivesse o apoio da população era fundamental, ao que vulgarmente se chama, de começar a casa pelo telhado. Vai daí colocaram-se literalmente as mãos à obra e iniciaram-se os trabalhos para a preparação do campo que será de relva sintética. Só assim, com a visibilidade da obra a nascer, de dia para dia, é que a população poderia acreditar e contribuir. Só depois é que se constituiria a associação. Este pequeno grupo de pessoas foi aumentando em número e é agora um grupo de mais de 30 pessoas apoiados por uma população que acredita que realmente a obra é para terminar.

A Associação Clube de Nobrijo esta agora a ser constituída ao mesmo tempo que se cimenta o espaço para que possa acolher o relvado sintético. Todos os sábados a população junta-se em torno desta aventura que começou com a melhoria e alargamento das acessibilidades, estando agora na última fase dos trabalhos que tem como objectivo estarem concluídos na segunda semana de Julho.

Os trabalhos estão a decorrer a bom ritmo e só com o apoio incondicional da população que neste momento de crise está a contribuir com esforço, dedicação e monetariamente é que é possível adquirir os materiais e construir esta obra que se pretende uma mais valia não só para Nobrijo mas também para as aldeia limítrofes do concelho. É igualmente de salientar o apoio de empresas e em particular da Junta de Freguesia da Branca e da Câmara Municipal muito tem contribuído sempre que solicitadas.

A Associação Clube de Nobrijo mais que uma associação em volta de um campo de futebol pretende ser um movimento cultural, desportivo e cívico de representação das aldeia de Nobrijo e que pela proximidade e afinidade também da aldeia da Espinheira. Os estatutos aprovados prevêem isso mesmo e contemplem que todas as pessoas destas aldeias sejam por inerência sócias efectivas do Clube.

05-05-2010
Texto / Foto / Video: CN

Branca: AURANCA satisfeita com reavaliação de projeto Autoestradas do Centro Branca: AURANCA satisfeita com reavaliação de projeto Autoestradas do Centro(0)

A Associação para a Defesa do Património da Branca (AURANCA), em Albergaria-a-Velha, congratulou-se com a decisão do Governo de reavaliar o projeto Autoestradas do Centro, que engloba a A32, cujo traçado tem vindo a ser contestado pela população.

“Esta decisão agrada-nos e é positiva para todos os portugueses, na medida em que não se vai fazer um investimento público que consideramos desnecessário”, disse à agência Lusa, Joaquim Santos, da AURANCA, lembrando que há mais de um ano a associação tem vindo a solicitar a reavaliação do projeto.

O dirigente da AURANCA reagiu assim à declaração do ministro das Obras Públicas, António Mendonça, que garantiu na quinta feira que “é intenção do Governo proceder a uma reavaliação dessa concessão no seu objeto”, mas que “não esta em causa a importância do projeto em si”.

04-05-2010
Fonte: Visão

Albergaria-a-Nova: Festejos em honra de Nossa Senhora de Alegria Albergaria-a-Nova: Festejos em honra de Nossa Senhora de Alegria(0)

Realizam-se mais uma vez, os Festejos em honra de Nossa Senhora de Alegria em Albergaria-a-Nova. Os mesmos terão inicio na próxima sexta-feira, dia 9 de Abril e contará com a actuação da Banda da Branca, pelas 21 e 30 horas.

No dia 10 de Abril, à noite cabe à Banda Mega subir ao seu próprio palco e fazer um concerto que promete animar os presentes.

No domingo (11 de Abril), actuará a Banda de Salreu, quer acompanhando a procissão, da parte da manhã, quer da parte da tarde. Posteriormente o Rancho “Ecos da Memória” irá brindar os presentes, com danças e cantares tradicionais. À noite decorrerá a actuação da Banda viseense HI-FI e a famosa descarga de fogo de artifício às 00 horas.

Na segunda-feira, será o encerramento dos festejos, animados pela conhecida Banda Função Pública.

Contamos com a vossa presença!

07-04-2010
Fonte: Comissão de Festas Nossa Senhora de Alegria 2010

Branca: Emoção na despedida a Elizabeth e ao filho bebé, Rafael Branca: Emoção na despedida a Elizabeth e ao filho bebé, Rafael(0)

Mãe de vítima foi ao funeral de homicida. Primeiro assistiu ao enterro da filha, de 40 anos, e do neto, de dois, – assassinados em casa pelo marido e pai, Daniel Oliveira, na sexta-feira à noite em Albergaria – e depois foi ao funeral do homicida. A

mãe e avó de Elizabeth Marques e Rafael Oliveira era ontem o rosto da dor depois da tragédia ter atingido a sua família. Mas nem o facto de ter sido o genro, Daniel, a provocar esse desfecho a impediu de se despedir dele pela última vez.

Discreta e amparada por um familiar, assim entrou e saiu da Igreja de Branca, em Albergaria, onde decorreu a missa de corpo presente de Daniel Oliveira. Depois, a sogra do homicida acompanhou o cortejo fúnebre até ao cemitério. Recorde–se que o genro, segurança, suicidou-se depois de ter esfaqueado a mulher e de ter asfixiado o filho.

No meio das dezenas de pessoas que foram ao funeral estavam alguns populares que não acreditavam na versão da polícia, de duplo homicídio seguido de suicídio. Contudo os resultados da autópsia, realizada anteontem, não deixaram margem para dúvidas.

Os funerais foram feitos em locais e horas diferentes, o que facilitou a presença dos elementos das duas partes da família. Em Salreu, Estarreja, foram sepultados Elizabeth e Rafael. A igreja encheu-se na homenagem à mulher, que pertencia ao grupo coral, e ao filho bebé.

‘A foto dela representa-a bem na ternura e serenidade’, descreveu o padre, referindo-se à imagem da vítima com o filho ao colo, que o CM divulgou. O pároco, que falava na missa, salientou ainda o facto de Elizabeth ter falecido antes do bebé. ‘Não viu o filho morrer asfixiado’, lembrou.

As referências ao pequeno Rafael comoveram todos os presentes durante a missa de corpo presente. Quando o menino foi sepultado e a urna branca desceu à terra, minutos depois da mãe e na mesma campa, muitos familiares não aguentaram e retiraram-se em lágrimas.

07-04-2010
Fonte: Correio da Manhã (Com Video)

Branca: Homicida da Espinheira morreu envenenado Branca: Homicida da Espinheira morreu envenenado(0)

Autópsias revelam que filho foi asfixiado e mulher sucumbiu a traumatismos.

O homem que matou a mulher e o filho de dois anos, em Albergaria-a-Velha, suicidou-se com veneno, revelou a autópsia realizada em Aveiro. A criança foi asfixiada e a mãe faleceu devido a traumatismos no pescoço e na cabeça.

Daniel Oliveira, de 41 anos, tentou inicialmente suicidar-se com uma série de facadas, mas só conseguiu o que pretendia depois de ter ingerido um produto que terá encontrado provavelmente na cozinha, local onde a GNR descobriu os três corpos.

A autópsia, realizada no Instituto de Medicina Legal de Aveiro, concluiu que aquela foi a causa da morte do segurança que, na noite da passada sexta-feira, matou a mulher, Elizabeth, de 41 anos, e o filho, Rafael, de dois anos, em Espinheira, Branca (Albergaria-a-Velha). Segundo apurou o Jornal de Notícias, o exame revelou, também, que a criança – encontrada ao colo do pai – tinha morrido por asfixia, confirmando-se assim as suspeitas iniciais, uma vez que o menino não apresentava ferimentos visíveis.

O exame ontem realizado no Instituto de Medicina Legal provou que Elizabeth Oliveira sucumbiu não por causa das inúmeras facadas que sofreu do marido, mas devido a traumatismos na zona do pescoço e na cabeça, apurou o JN, confirmando-se o cenário de extrema violência apontado pela Polícia Judiciária, que está a investigar o caso.

A tragédia ocorreu numa altura em que o casal estava a divorciar-se e pouco depois de uma falhada tentativa de reconciliação. Elizabeth tinha iniciado a mudança dos seus bens de Espinheira para Salréu, onde moram os familiares.

Na noite de sexta-feira, após uma discussão, Daniel assassinou a mulher e o filho e, de seguida, cerca das 20 horas, ligou para a GNR e para colegas a dar conta do sucedido. Morreu pouco depois da chegada dos militares da Guarda.

07-04-2010
Fonte: Jornal de Notícias
Foto: Diário de Notícias

Branca: PJ investiga morte de uma família na Espinheira Branca: PJ investiga morte de uma família na Espinheira(0)

Um casal e um filho de três anos foram encontrados mortos, em casa, esta sexta-feira à noite na localidade de Espinheira. A Polícia Judiciária está a investigar a morte de uma família em Albergaria-a-Velha.

O cenário encontrado pela polícia aponta para um quadro de homicídio seguido de suicídio.

O homem de 41 anos, um empregado de uma empresa de segurança, terá morto a mulher com uma faca, suicidando-se de seguida, após ter feito alguns telefonemas desesperados que acabaram por alertar as autoridades.

Não se sabe ainda como a criança de três anos terá morrido. Apenas que os corpos dos adultos apresentavam diversos golpes desferidos por arma branca.

Até por volta das duas da manhã, peritos da Judiciária estiveram no local a recolher vestigíos do alegado crime, que terá ocorrido na cozinha da casa onde o casal residia.

O comandante dos Bombeiros de Albergaria-a-Velha, José Bismarck, disse à Lusa que o alerta foi dado cerca das 22h30 horas e adiantou que, quando chegaram ao local, os bombeiros encontraram as vítimas já sem vida.

“Houve uma intervenção de equipas de emergência, com a VMER de Aveiro, e foi confirmado o óbito das três pessoas”, referiu o comandante.

O Correio da Manhã, indica que foram encontrados ferimentos nos pulsos da mulher e na cabeça do homem. Quanto à identidade das vítimas, e ainda segundo os bombeiros, trata-se de Daniel Oliveira, Elizabete Oliveira e Rafael Marques Oliveira.

O casal estaria em processo de divórcio mas, de acordo com os vizinhos, pareciam um casal normal. Ele era natural do lugar de Espinheira e ela de Salreu, em Estarreja.

Fonte: SIC e CorreiodaManhã

Branca: Trabalhadores da Sebra continuam a lutar pelos seus direitos Branca: Trabalhadores da Sebra continuam a lutar pelos seus direitos(0)

Funcionários da Sebra – Indústria de Mobiliário de Madeira em Kit – têm já quatro meses de salários em atraso e rescindiram contratos. Administração garante que a situação ficará resolvida em breve, mas trabalhadores temem demora na solução

Os 123 trabalhadores da Sebra – Indústria de Mobiliário de Madeira em Kit, empresa sedeada em Albergaria-a-Nova, freguesia da Branca, avançaram com um processo de rescisão dos contratos de trabalho face aos quatro meses de salários que têm em atraso.

No passado dia 22 de Março, última segunda-feira, da boca dos contestatários, em manifestação à porta da empresa, só se ouvia que a única coisa que queriam era que lhes fossem pagos os quatro meses de  salários em atraso e a respectiva indemnização a que têm direito.

O montante estimado – segundo um deles – deve ascender a cerca de 400.000,00 euros. Alguns dos fornecedores da empresa a quem esta tem dívidas passaram por lá durante a manhã ou estiveram em contacto com os manifestantes que não largaram a entrada das instalações da empresa. Joaquim Augusto Dias, de Valongo, reclama uma dívida de 37.000,00 euros; Tavares e Quintas, de Lourosa, cerca de 130.000,00 euros; Madeiras de Saíde, da Moita – Anadia, cerca de 200.000,00 euros; Mavirel, de Aveiro, cerca de 500.000,00 em dívida de tintas e vernizes. Segundo os trabalhadores, a empresa não poderá resistir muito mais tempo.

Na manhã de segunda-feira houve uma reunião com algumas das chefias que estão ao serviço e o que transpareceu cá para fora foi que a entidade patronal tinha prometido pagar os quatro meses e apenas pagou um. Também se sabe que no dia 22 deveria ser o regresso ao trabalho depois de uma semana de férias de uma parte dos que ainda não pediram a rescisão do contrato, mas o que é certo é que “bateram com o nariz na porta”. Entretanto, segundo rumores, o regresso poderá ser esta semana.

No contacto recente com o administrador da empresa e patrão, José António, foi dito que na sexta-feira passada seria assinada uma escritura com o IAPMEI e que deveria ser concedida uma verba de 1.000.000,00 de euros. Também foi dito, quando questionado por um jornal diário, que a empresa “dava lucro, mas estava com problemas financeiros”. Cá fora especula-se muito, mas pouco se sabe acerca das movimentações da gerência, aventando-se a hipótese de diversas coisas, inclusivamente a abertura de uma firma em Angola, para onde terá sido canalizado algum equipamento. Mas isto não passa de mera especulação. A situação é má. Segundo os contestatários, a “luta” vai arrastar-se e depois ameaçam com recurso aos tribunais.

Matéria-prima já não é o pinho

Segundo os manifestantes, há tempos atrás, depois da empresa ter deixado de pagar aos fornecedores de toros de pinheiro, começaram a utilizar como matéria-prima para o mobiliário o MDF, mas também tábuas já serradas, só que neste momento não há quase nenhum material.

Mas alguns trabalhadores insinuam que ainda há encomendas. Portanto, segundo estes, se a empresa dá lucros e tem encomendas porque é que não paga aos trabalhadores? A situação de alguns, sobretudo dos casais, está-se a tornar muito complicada.

31-03-2010
Fonte: Litoral Centro

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