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Branca: Trabalhadores da Sebra protestam contra salários em atraso Branca: Trabalhadores da Sebra protestam contra salários em atraso(0)

Trinta trabalhadores protestaram ontem contra o atraso de pagamento de salários na “Sebra-Indústria de Mobiliário”, de Albergaria-a-Velha, que se prolonga desde Dezembro do ano passado e anunciaram a rescisão dos contratos.

Os trabalhadores manifestaram-se ontem de manhã junto às portas da empresa reivindicando o pagamento dos salários que estão em atraso desde Dezembro – embora haja casos de Novembro – e anunciaram a rescisão dos contratos de trabalho por justa causa.

“Estamos descontentes, reivindicamos os nossos salários e os nossos direitos”, disse, ao JN, Mário Silva, que trabalhou na empresa durante 23 anos como motorista. “Disseram-nos que a empresa está em dificuldades, mas no outro dia saíram daqui 15 camiões”, salientou.

Lurdes Queiroz, 41 anos e 20 na empresa, onde foi companheira de uma filha de 21 anos, já se inscreveu no Fundo de Desemprego. “Tenho que procurar trabalho”, disse, queixando-se que uma falsa transferência bancária da empresa para pagamento dos salários. “Ele disse que fez a transferência mas não tenho dinheiro nenhum na conta”.

José Rodrigues, administrador da “Sebra” disse, ao JN, que está à espera de ajuda do IAPMEI para uma programa de reestruturação da empresa. “Logo que receber, eu pago os salários”, frisou, salientando que os trabalhadores que protestavam rescindiram os contratos e são uma minoria, salientando que a prioridade do pagamento é para quem continua ao serviço da “Sebra”.

17-03-2010
Fonte: Jornal de Notícias

Branca: Sebra põe trabalhadores de férias uma semana Branca: Sebra põe trabalhadores de férias uma semana(0)

Os trabalhadores da Sebra – Indústria de Mobiliário iniciaram esta segunda-feira um periodo de férias de uma semana a pedido da administração que justificou a paragem forçada devido a quebra de encomendas.

A empresa que fabrica móveis de madeira em kit reduziu, nos últimos meses, a sua força de trabalho ao abrigo de um plano de restruturação que atingiu, de acordo com fonte laboral, metade dos efectivos, rondando cerca de 60 pessoas.

O grupo Sebra, que remonta a 1986, encerrou há um ano uma segunda fábrica que possuia em Ovar que seria declarada insolvente e está em fase de liquidação. Cerca de 60 trabalhadores reclamam ainda o pagamento de 300 mil euros em salários e indemnizações em atraso. A Segurança Social é uma das principais credores, com cerca de 800 mil euros.

A Sebra foi pioneira em Portugal na produção de mobiliário de madeira de pinho maciço em kit que chegou a vender em lojas de marca própria no País, tendo também uma grande fatia de exportação. Em 2003, empregava quase 350 pessoas e o volume de negócios rondava 9,5 milhões de euros.

16-03-2010
Fonte: Notícias de Aveiro

Branca: Obras na Linha do Vale do Vouga podem encerrar passagens Branca: Obras na Linha do Vale do Vouga podem encerrar passagens(1)

As obras de beneficiação da linha do Vale do Vouga podem levar ao encerramento de algumas passagens de nível. No caso da Branca, população teme pela segurança e não concorda.

As obras de beneficiação da linha do Vale do Vouga vão levar ao encerramento de algumas passagens de nível. Tanto o presidente da Junta de Freguesia da Branca, como a Câmara Municipal estão do lado das populações, que mostram-se desagradadas, entendendo que nada poderá ser feito “sem a sua auscultação”, conforme referiu Fernando Soares Ferreira, autarca local.

A Refer, responsável pelas infra-estruturas, tem substituído as solipas de madeira em algumas zonas, mas também alguns carris e no que respeita à estação da Branca, no extremo norte da localidade, nem um cais minimamente digno, nem um prego na referida estação que se encontra quase em ruínas.

Um verdadeiro ex-líbris

A Auranca, em devido tempo, fez chegar às entidades competentes uma missiva onde manifestava preocupação pelo estado avançado de degradação desta infra-estrutura ferroviária centenária, um verdadeiro ex-líbris em termos patrimoniais e arquitectónicos, a única neste estado no troço Sernada – Espinho.

Na passada sexta-feira, o Litoral Centro tentou contactar alguém ligado aos trabalhos desta via mas sem êxito. Na semana anterior, um funcionário não identificado da Refer, junto a uma passagem de nível, afirmou que as obras de maior relevo estavam a ser executadas no troço São João da Madeira – Espinho e nada mais adiantando, remeteu para as equipas que têm os seus contentores junto da estação de Albergaria.

Pelo menos por agora já “enfeitaram” a via-férrea com sinalização “por tudo quanto é sítio”. Mas isso por si só é insuficiente. Enquanto não fizerem circular mais composições no troço com horários ajustados aos reais interesses e necessidades das populações.

Dinamizar a via

É preciso dinamizar a via para a poder rentabilizar, reduzindo o tempo de viagem entre Sernada e Espinho, podendo constituir uma boa alternativa ao troço Estarreja – Espinho, na linha do Norte, com ligação ao Porto, evitando desta maneira as deslocações destas populações para estações da linha do Norte.

Aproveitamento para turismo

No Verão, este troço poderia ser aproveitado para turismo, como já foi feito com grupos de cinquenta pessoas e mais ainda, em viagens entre Espinho e Sernada, com almoço nesta localidade em restaurante ambulante, junto ao rio, seguindo depois de autocarro para uma visita guiada para o museu ferroviário de Macinhata do Vouga, em Águeda, retomando o autocarro em direcção a Aveiro.

Ora esta viagem, se tivesse ligações ferroviárias, poderia ter seguido até Aveiro. Mas não havendo composições que façam as ligações, há a necessidade de utilizar transporte alternativo.

01-03-2010
Fonte: Litoral Centro

Branca: Degradação de algumas vias municipais é preocupante Branca: Degradação de algumas vias municipais é preocupante(1)

Vias municipais da freguesia da Branca, mas não só, estão muito danificadas. Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha deve intervir. Trânsito de pesados, assim como o seu estacionamento, deveria ser condicionado para evitar os constragimentos

Durante um périplo que o Litoral Centro fez por algumas vias que fazem parte da rede municipal de estradas do concelho de Albergaria-a-Velha, ficou evidente que devido às chuvas dos últimos dias e ao tráfego intenso de camiões de alta tonelagem, nomeadamente do transporte de madeiras em algumas das ruas de Albergaria-a-Nova, nesta freguesia da Branca, encontram-se as estradas num estado calamitoso e preocupante.

Uma delas, a rua da Linha, junto do antigo Cabo Aéreo onde a intensidade de tráfego de madeiras, como já foi dito, para além de deixar a estrada em muito mau estado provoca alguns constrangimentos no trânsito rodoviário naquela artéria. Mas o pior está na rua que vem de junto da Brancauto, onde a estrada é do “passado” com um piso constituído à base de brita grada, com um “cheiro” de alcatrão, apresentando grandes rombos de pedra solta, que embora sejam de pouca profundidade atingem diâmetros/comprimentos que podem ir até cerca de três me-tros, condicionando o trânsito a ligeiros.

Espera-se que a Câmara Municipal dê um jeito a estas estradas, porque qualquer dia ficam completamente intransitáveis. Os motoristas precisam de trabalhar e as empresas precisam de facturar, mas a “divisão de trânsito” municipal deve pôr um pouco de ordem nas coisas.

Condicionar o trânsito de pesados é urgente

É frequente encontrar carros pesados estacionados “em tudo quanto é sitio” nas ruas desta vila da Branca, limitando o espaço de circulação, restringindo a visibilidade e pondo em risco os seus utentes.

São contínuas as queixas de alguns motoristas, nomeadamente daqueles que transportam crianças várias vezes durante o dia de e para os cursos profissionais de música e teatro que funcionam no Centro Cultural da Branca.
Trata-se de uma freguesia e vila onde há muitas firmas de transportes internos e internacionais. Geralmente têm os seus parques, mas por vezes alguns motoristas mais incautos em vez de levarem os camiões para os parques das empresas estacionam-nos em qualquer sítio, causando assim problemas e incómodos aos outros. Mas também os há conscienciosos e cumpridores.

Há um outro problema que são os motoristas que trabalham para empresas de fora que em vez de deixarem os camiões nos parques dos patrões trazem-nos carregados para becos, ruelas e estradas na área de suas residência, que têm pisos que não estão preparados para suportarem grandes tonelagens danificando-os e causando alguns incómodos e embaraços aos habitantes desses bairros ou ruas. É preciso pôr ordem nestas coisas e arranjar uma solução, porque se não qualquer dia não há rua que escape.

Autarquia tem de actuar

Neste aspecto, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha pode desempenhar um papel muito importante ao colocar sinalização adequada em algumas ruas, condicionando ou limitando a circulação de pesados, pondo cobro a certos abusos.

Também as autoridades policiais poderão desempenhar um papel muito importante, não multando mas aconselhando a que as coisas decorram com uma certa ordem e limitação.

18-02-2010
Fonte: Litoral Centro

Branca: Auranca espera que Governo cumpra a recomendação Branca: Auranca espera que Governo cumpra a recomendação(0)

A Associação do Património e Ambiente da Branca (Auranca) espera que o Governo e a Estradas de Portugal (EP) façam a «leitura adequada» da aprovação dos projectos de resolução do PSD e do Bloco de Esquerda (BE) na Assembleia da República a solicitar a suspensão do processo da A32 na freguesia da Branca, Albergaria-a-Velha.

O projecto do BE foi aprovado com os votos a favor do PSD, BE, PCP e PEV, a abstenção do CDS e os votos contra do PS. O do PSD teve os votos favoráveis de toda a oposição e os votos contra do PS.

«Esta foi uma grande vitória da luta da população da Branca que, finalmente, o poder político, reconheceu ao fim de mais de um ano de combate ininterrupto», afirma Joaquim Santos, da Auranca. «A aprovação das duas iniciativas parlamentares do PSD e do BE não nos deixa dúvidas de que vale a pena lutar em defesa dos direitos das populações», sublinha o dirigente do movimento cívico que vem contestando, desde Novembro de 2008, a construção do traçado da A32 a nascente da freguesia.

«Esperamos que com esta clara decisão política as entidades envolvidas no processo entendam, de uma vez por todas, que a razão está do nosso lado e que só têm uma opção: alterar o traçado», frisa Joaquim Santos, garantindo que «a população só descansará quando o Governo abandonar o traçado que quer impôr contra a vontade de milhares de habitantes».

Ao lado da luta da Auranca posicionaram-se, nos períodos eleitorais de 2009, os líderes dos partidos políticos que se comprometeram apresentar iniciativas visando travar o processo da A32 na Branca.

A associação reconhece a importância do contributo político para a recomendação feita ao governo nos projectos do BE e PSD, aguardando que seja agendada ainda a discussão dos projectos do PCP, CDS e Partido Ecológico Os Verdes.
«Com a aprovação destes dois primeiros projectos a população reforçou a sua legitimidade para exigir do Governo e da EP a correcção do traçado uma vez que a Assembleia da República, que é o órgão representativo das populações, mostrou compreender as razões técnicas da contestação, estando ao lado das nossas reivindicações», afirma Joaquim Santos.

O projecto de resolução do PSD solicita que «seja suspenso de imediato o processo em curso referente à A32» e «sejam dadas indicações à EP, SA» para que «seja estudado o traçado 5B (ligando o traçado 5A (nascente) à solução 1, a ponte do IC2).

«Não se identificando nenhum inconveniente técnico, financeiro ou legal no traçado que a população parece preferir, no sentido de fazer a ligação do traçado da Alternativa 5A à Solução1, num pequeno traçado novo de apenas 500m de extensão, afigura-se razoável que o referido traçado seja tido em consideração», defendem os sociais democratas.
O projecto do Bloco de Esquerda (BE) requer a «revogação parcial da Declaração de Impacte Ambiental» no troço em causa, defendendo outras alternativas para que «a escolha final do traçado seja de facto a solução mais favorável do ponto de vista da promoção da qualidade de vida das populações, da salvaguarda do património, dos recursos naturais e da paisagem, bem como do apoio ao desenvolvimento económico e à criação de empregos na região».
A aprovação das propostas de resolução não desarma a Auranca que decidiu já solicitar uma audiência ao secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos.

O movimento cívico vai ainda reclamar junto da Estradas de Portugal a alteração do traçado face aos projectos aprovados no parlamento. A associação, que pretende ainda informar o Tribunal de Contas das irregularidades técnicas do processo, vai solicitar aos grupos parlamentares que questionem o Governo sobre se as declarações do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, se confirmam relativamente à não execução das auto-estradas ainda não concessionadas, como é o caso da A32.

«Além destas acções, a Auranca manter-se-á atenta ao evoluir do processo não desistindo da luta, estando já a equacionar novas formas de contestação», afirmam os dirigentes do movimento.

A concessão Auto-Estradas do Centro inclui a concepção, construção, aumento do número de vias, financiamento, exploração e conservação de vários lanços, incluindo o troço entre Coimbra e Oliveira de Azeméis. Ao último concurso para esta subconcessão concorreram dois consórcios representativos dos grupos Soares da Costa e Mota-Engil com propostas com custos, para o erário público, de 1,4 e 1,7 mil milhões de euros, respectivamente.

18-02-2010
Texto: Auranca

Branca: Partidos da oposição garantem reavaliação do traçado da A32 Branca: Partidos da oposição garantem reavaliação do traçado da A32(0)

O grupo parlamentar do PSD propôs a reavaliação do traçado da A32, que afecta a Branca, tendo em causa os impactes sociais para a população daquela freguesia de Albergaria-a-Velha. Um Projecto de Resolução subscrito pelos deputados social-democratas foi aprovado pela Assembleia da República, na última Quinta-feira, com o voto contra do Partido Socialista. Os sociais democratas dizem que fica, assim, “cumprido um compromisso eleitoral, assumido em vésperas das últimas eleições legislativas”.

Os parlamentares social-democratas defendem a realização do Estudo de Impacte Ambiental referente aos 500 metros “aparentemente não avaliados previamente”, e referidos na proposta da «Contestação Técnica», uma vez que também o Ministério do Ambiente se declarou já «disponível para avaliar quaisquer alternativas de traçado que o promotor venha a estudar e a submeter para o efeito» conforme consta de resposta de 25 de Maio último a requerimento de deputados do PSD.

Confirmando-se a sua viabilidade, os social-democratas propõem que seja incluída esta alteração na obra de execução da A32 – ligação Coimbra a Oliveira de Azeméis, reiterando a importância da sua concretização.

“Não se identificando nenhum inconveniente técnico, financeiro ou legal no traçado que a população parece preferir, no sentido de fazer a ligação do traçado da Alternativa 5A à Solução 1, num pequeno traçado novo de apenas 500m de extensão, afigura-se razoável que o referido traçado seja tido em consideração” – refere o Projecto de Resolução.

18-02-2010
Fonte: Rádio Terranova

Branca: APPACDM organiza baile de carnaval no próximo sábado Branca: APPACDM organiza baile de carnaval no próximo sábado(0)

A APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental) de Albergaria-a-Velha organiza no próximo sábado, 13 de Fevereiro, um baile de carnaval no salão da Junta de Freguesia da Branca.

O baile conta com a actuação ao vivo do Grupo musical “Duas Gerações” e terá ainda como atractivo um desfile e concurso de máscaras, a partir das 24h. Serão atribuidos prémios às 3 melhores fantasias.

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente e custam 4€ para adultos e 2€ para crianças.

09-02-2010
Fonte: APPACDM Albergaria

Branca: Protestos contra o traçado da A32 no “Nós por cá” da SIC Branca: Protestos contra o traçado da A32 no “Nós por cá” da SIC(2)

O programa “Nós por cá” emitido pela SIC abordou o tema do protesto contra o traçado contra a A32 na Branca e ouviu a população.

Perante a insistência dos protestos da freguesia da Branca – Albergaria-a-Velha, a Estradas de Portugal diz que está a estudar uma alternativa ao traçado da futura auto-estrada A32. Os habitantes da freguesia da Branca contestam, há mais de um ano, a solução aprovada e esta nova proposta também não traz consenso.

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Video da emissão de 21 de Janeiro:



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