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	<title>PortaldeAlbergaria.com - Portal Multimédia do Concelho de Albergaria-a-Velha &#187; História</title>
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		<title>O futebol em Albergaria-a-Velha e o Sport Clube Alba</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 15:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[A necessidade sentida pelos jovens de Albergaria-a-Velha, levou a que no início de Março de 1910 aqui fosse criado o primeiro clube do nosso concelho, dedicado ao futebol, o SPORT CLUB ALBERGARIENSE.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2750" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="alba40" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/06/alba40.jpg" alt="alba40" width="300" height="233" />A necessidade sentida pelos jovens de Albergaria-a-Velha, levou a que no início de Março de 1910 aqui fosse criado o primeiro clube do nosso concelho, dedicado ao futebol, o SPORT CLUB ALBERGARIENSE.</p>
<p>Para esse fim, um grupo de jovens organizou um “match” no largo da Feira Nova (situado fora da vila, um pouco a Norte do actual Colégio de Albergaria, junto da Estrada Nacional n.º 1 (Lisboa-Porto)), inscrevendo os seguintes “foot-ballistas” locais: Manuel João da Silva, Columbano Machado, Francisco de Miranda Ferreira da Silva, Américo Marques Pereira, Augusto Ferreira da Silva, José Augusto Machado, Francisco Gil de Lemos, António Geraldo, Albérico Henriques Ribeiro e José Pires de Freitas. Mas pouco tempo de vida teve esta efémera colectividade, passando quase uma década até que voltasse a existir um clube desportivo em Albergaria-a-Velha.</p>
<p>Apenas no final de 1923 o futebol viria a entrar com entusiasmo em Albergaria-a-Velha, altura em que começou a ser devidamente estruturado o ALBERGARIA SPORT CLUB, que em Fevereiro de 1924 viria a eleger os seus corpos gerentes. Este clube, cujos atletas, vestiam calção preto e camisola branca, passou depois a designar-se, por volta de 1930, SPORTING CLUBE DE ALBERGARIA. Pouco tempo depois, e rivalizando com este, surgiu o ARREGAÇA FOOT-BALL CLUB, equipado à Futebol Clube do Porto, o qual em 1934, pouco antes da sua extinção, passou a chamar-se FOOT-BALL CLUB DE ALBERGARIA. Também por esta época e até ao final da década de 30, surgiu o efémero SANTA CRUZ FOOT-BALL CLUB.</p>
<p>De todos estes clubes, aquele que ainda perdurou por alguns anos foi Sporting Club de Albergaria que, por falta de apoios, viria a dissolver-se apenas em 1938, numa altura em que já germinava a ideia de ser criada uma equipa de futebol associada às fábricas Alba. Para esse fim, desde 1934 que fora efectuada uma subscrição para transformar a “Quinta das Laranjeiras”, na Cavada Nova, num campo desportivo.</p>
<p>No seguimento desses acontecimentos, foi fundado no dia 1 de Janeiro de 1941, sob a égide das Fábricas Metalúrgicas Alba, uma associação desportiva com a designação de ALBA SPORT CLUB, tendo como fundadores: Augusto Martins Pereira, Américo Martins Pereira, Evaristo Gomes Ferreira, Fausto Vidal, Viriato da Costa Vidal, Horácio Ferreira Geraldo (o único ainda vivo), Alberto Lemos Pinto, Sertório de Andrade Costa, Hernâni Lemos Limas, João Ferreira Pinto e Álvaro Faca. O objectivo era criar um clube de futebol, tendo para o efeito sido inscrito na Associação de Futebol de Aveiro, pois só então poderia participar nos campeonatos organizadas por aquela associação. O primeiro jogo oficial realizou-se no dia 19 de Outubro de 1941.</p>
<p>Em 1945, e por determinação da Direcção Geral dos Desportos, o nome do clube passou a ter a designação de SPORT CLUB DE ALBA, e com esta identificação participou ao longo dos anos em diversos campeonatos distritais e nacionais de futebol, com apenas um interregno de 1951 a 1959, tendo desde então participado ininterruptamente nestas provas desportivas, destacando-se o período que vai da época 1969/70, em que oscilou sempre entre a 2.ª e a 3.ª divisões nacionais, aí se mantendo até à época de 1981/82, altura em que desceu aos distritais.</p>
<p>Na época de 1984/85 regressou à 3.ª divisão nacional onde permaneceria por alguns anos, de forma quase ininterrupta (com excepção para a temporada de 1986/87), até à época de 1993/94, altura em que “mergulhou” nos campeonatos distritais de Aveiro e onde se mantido nos últimos anos.</p>
<p>No início da década de 90, o clube esteve próximo da sua extinção, passando então por uma grave crise, ao ponto de ter sido ponderada a extinção do clube ou a criação de um novo, o que levou a que a Assembleia Geral do clube, em Outubro de 1994, tenha chegado a deliberar alterar o nome do clube para Sport Clube de Albergaria, deliberando igualmente não cumprir de imediato esta resolução para não complicar a manutenção da equipa na 1.ª Divisão Distrital da Associação de Futebol de Aveiro. Nessa altura, chegou inclusive a ser criado um novo emblema para o clube. Apesar de larga polémica, acabaria por ser optado, por questões legais, pela alteração da designação oficial do clube para SPORT CLUBE ALBA, nome que ainda hoje mantém.</p>
<p>Em 27 de Maio de 1995, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha agraciou o Sport Clube Alba com a Medalha de Mérito Municipal (grau cobre), reconhecendo, assim, publicamente, o mérito desta associação.</p>
<p>Sem qualquer desprimor para outras colectividades que, pontualmente, tenham inscrito equipas do concelho de Albergaria-a-Velha em campeonatos nacionais e/ou distritais de futebol, o nosso reconhecimento vai hoje inteiramente para o Sport Clube Alba.</p>
<p>Esse reconhecimento e essas felicitações devem-se a diversos factores, o primeiro dos quais pelos seus excelentes resultados e pela sua ascensão à 3.ª Divisão do Campeonato Nacional de Futebol, facto que não acontecia há cerca de 16 anos. Mas também pelo que este clube fez pelo desporto no concelho de Albergaria-a-Velha desde 1941, no Futebol, no Basquetebol, no Hóquei em Patins, Ténis de Mesa, Voleibol, Columbofilia, Pesca Desportiva, entre outros, possibilitando a gerações sucessivas de jovens albergarienses uma pratica desportiva saudável, servindo inclusive para que muitos singrassem no futebol e chegassem aos principais clubes nacionais. Mas, o mais importante, é o elevado número de crianças que praticam futebol nas camadas mais jovens do Alba.</p>
<p>Mas tudo se deve a dirigentes, funcionários, treinadores, jogadores, associados, patrocinadores e público em geral que, ao longo de cerca de 60 anos (e faltam poucos meses para os completar), apoiaram o clube do seu concelho, contribuindo, assim, para fortalecer um verdadeiro espírito de comunidade.</p>
<p>Representando e liderando todas essas centenas ou milhares de pessoas, estiveram os presidentes da Direcção do ALBA que, ao longo dos anos lideraram todo esse processo. Para eles, parabéns e o nosso muito obrigado!</p>
<p>1941-1959 &#8211; Augusto Martins Pereira<br />
1959-1976 &#8211; António Augusto de Lemos Martins Pereira<br />
1976-1980 &#8211; Lutero Letra da Costa<br />
1980-1981 &#8211; Mário Vidal da Silva<br />
1981-1984 &#8211; António Rodrigues Parente<br />
1984-1987 &#8211; João António Ferreira Resende Alves<br />
1987-1989 &#8211; Rui Arvins Pereira Pinto<br />
1989-1991 &#8211; Lutero Letra da Costa<br />
1991-1992 &#8211; Fernando Pereira Pinto<br />
1992 &#8211; Comissão administrativa: António Augusto de Lemos Martins Pereira, Mário Vidal, Fausto Meireles, Manuel Neves, Abel Vidal da Costa e Manuel Miranda Pires<br />
1992-1995 &#8211; Manuel Henrique da Conceição Neves<br />
1995-2001 &#8211; Abílio Almeida Costa<br />
2001-2007 &#8211; Maria da Conceição Araújo Martins<br />
2007-2010 &#8211; José Carlos Estrela Coelho</p>
<p>29-06-2010<br />
Texto: Dr. Delfim Bismark</p>
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<p class="NoSpacing" style="text-align: center;" align="center"><span style="font-size: 14pt; font-family: Garamond;">O FUTEBOL EM ALBERGARIA-A-VELHA</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: center;" align="center"><span style="font-size: 14pt; font-family: Garamond;">E O SPORT CLUBE ALBA</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;"> </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">A necessidade sentida pelos jovens de Albergaria-a-Velha, levou a que no início de Março de 1910 aqui fosse criado o primeiro clube do nosso concelho, dedicado ao futebol, o SPORT CLUB ALBERGARIENSE</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">. Para esse fim, um grupo de jovens organizou um <em>“match”</em> no largo da Feira </span><span style="font-size: 11pt; font-family: Garamond;">Nova (situado fora da vila, um pouco a Norte do actual Colégio de Albergaria, junto da Estrada Nacional n.º 1 (Lisboa-Porto)</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">), inscrevendo os seguintes <em>“foot-ballistas”</em> locais: Manuel João da Silva, Columbano Machado, Francisco de Miranda Ferreira da Silva, Américo Marques Pereira, Augusto Ferreira da Silva, José Augusto Machado, Francisco Gil de Lemos, António Geraldo, Albérico Henriques Ribeiro e José Pires de Freitas.</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;"> </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Mas pouco tempo de vida teve esta efémera colectividade, passando quase uma década até que voltasse a existir um clube desportivo em Albergaria-a-Velha.</span><span style="font-size: 11pt; font-family: Garamond;"> </span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Apenas no final de 1923 o futebol viria a entrar com entusiasmo em Albergaria-a-Velha, altura em que começou a ser devidamente estruturado o ALBERGARIA SPORT CLUB, que em Fevereiro de 1924 viria a eleger os seus corpos gerentes. Este clube, cujos atletas, vestiam calção preto e camisola branca, passou depois a designar-se, por volta de 1930, SPORTING CLUBE DE ALBERGARIA. Pouco tempo depois, e rivalizando com este, surgiu o ARREGAÇA FOOT-BALL CLUB, equipado à Futebol Clube do Porto, o qual em 1934, pouco antes da sua extinção, passou a chamar-se FOOT-BALL CLUB DE ALBERGARIA. Também por esta época e até ao final da década de 30, surgiu o efémero SANTA CRUZ FOOT-BALL CLUB.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">De todos estes clubes, aquele que ainda perdurou por alguns anos foi Sporting Club de Albergaria que, por falta de apoios, viria a dissolver-se apenas em 1938, numa altura em que já germinava a ideia de ser criada uma equipa de futebol associada às fábricas Alba. Para esse fim, desde 1934 que fora efectuada uma subscrição para transformar a “Quinta das Laranjeiras”, na Cavada Nova, num campo desportivo.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">No seguimento desses acontecimentos, foi fundado no dia 1 de Janeiro de 1941, sob a égide das Fábricas Metalúrgicas Alba, uma associação desportiva com a designação de ALBA SPORT CLUB, tendo como fundadores: Augusto Martins Pereira, Américo Martins Pereira, Evaristo Gomes Ferreira, Fausto Vidal, Viriato da Costa Vidal, Horácio Ferreira Geraldo (o único ainda vivo), Alberto Lemos Pinto, Sertório de Andrade Costa, Hernâni Lemos Limas, João Ferreira Pinto e Álvaro Faca.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">O objectivo era criar um clube de futebol, tendo para o efeito sido inscrito na Associação de Futebol de Aveiro, pois só então poderia participar nos campeonatos organizadas por aquela associação. O primeiro jogo oficial realizou-se no dia 19 de Outubro de 1941.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Em 1945, e por determinação da Direcção Geral dos Desportos, o nome do clube passou a ter a designação de SPORT CLUB DE ALBA, e com esta identificação participou ao longo dos anos em diversos campeonatos distritais e nacionais de futebol, com apenas um interregno de 1951 a 1959, tendo desde então participado ininterruptamente nestas provas desportivas, destacando-se o período que vai da época 1969/70, em que oscilou sempre entre a 2.ª e a 3.ª divisões nacionais, aí se mantendo até à época de 1981/82, altura em que desceu aos distritais.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Na época de 1984/85 regressou à 3.ª divisão nacional onde permaneceria por alguns anos, de forma quase ininterrupta (com excepção para a temporada de 1986/87), até à época de 1993/94, altura em que “mergulhou” nos campeonatos distritais de Aveiro e onde se mantido nos últimos anos.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">No início da década de 90, o clube esteve próximo da sua extinção, passando então por uma grave crise, ao ponto de ter sido ponderada a extinção do clube ou a criação de um novo, o que levou a que a Assembleia Geral do clube, em Outubro de 1994, tenha chegado a deliberar alterar o nome do clube para Sport Clube de Albergaria, deliberando igualmente não cumprir de imediato esta resolução para não complicar a manutenção da equipa na 1.ª Divisão Distrital da Associação de Futebol de Aveiro. Nessa altura, chegou inclusive a ser criado um novo emblema para o clube. Apesar de larga polémica, acabaria por ser optado, por questões legais, pela alteração da designação oficial do clube para SPORT CLUBE ALBA, nome que ainda hoje mantém.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Em 27 de Maio de 1995, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha agraciou o Sport Clube Alba com a Medalha de Mérito Municipal (grau cobre), reconhecendo, assim, publicamente, o mérito desta associação.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Sem qualquer desprimor para outras colectividades que, pontualmente, tenham inscrito equipas do concelho de Albergaria-a-Velha em campeonatos nacionais e/ou distritais de futebol, o nosso reconhecimento vai hoje inteiramente para o Sport Clube Alba.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Esse reconhecimento e essas felicitações devem-se a diversos factores, o primeiro dos quais pelos seus excelentes resultados e pela sua ascensão à 3.ª Divisão do Campeonato Nacional de Futebol, facto que não acontecia há cerca de 16 anos. Mas também pelo que este clube fez pelo desporto no concelho de Albergaria-a-Velha desde 1941, no Futebol, no Basquetebol, no Hóquei em Patins, Ténis de Mesa, Voleibol, Columbofilia, Pesca Desportiva, entre outros, possibilitando a gerações sucessivas de jovens albergarienses uma pratica desportiva saudável, servindo inclusive para que muitos singrassem no futebol e chegassem aos principais clubes nacionais. Mas, o mais importante, é o elevado número de crianças que praticam futebol nas camadas mais jovens do Alba.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Mas tudo se deve a dirigentes, funcionários, treinadores, jogadores, associados, patrocinadores e público em geral que, ao longo de cerca de 60 anos (e faltam poucos meses para os completar), apoiaram o clube do seu concelho, contribuindo, assim, para fortalecer um verdadeiro espírito de comunidade.</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">Representando e liderando todas essas centenas ou milhares de pessoas, estiveram os presidentes da Direcção do ALBA que, ao longo dos anos lideraram todo esse processo. Para eles, parabéns e o nosso muito obrigado! </span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;"> </span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1941-1959 &#8211; Augusto Martins Pereira</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1959-1976 &#8211; António Augusto de Lemos Martins Pereira</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1976-1980 &#8211; Lutero Letra da Costa</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1980-1981 &#8211; Mário Vidal da Silva</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1981-1984 &#8211; António Rodrigues Parente</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1984-1987 &#8211; João António Ferreira Resende Alves</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1987-1989 &#8211; Rui Arvins Pereira Pinto</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1989-1991 &#8211; Lutero Letra da Costa</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1991-1992 &#8211; Fernando Pereira Pinto</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1992 &#8211; Comissão administrativa: António Augusto de Lemos Martins Pereira, Mário Vidal, Fausto Meireles, Manuel Neves, Abel Vidal da Costa e Manuel Miranda Pires</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1992-1995 &#8211; Manuel Henrique da Conceição Neves</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">1995-2001 &#8211; Abílio Almeida Costa</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">2001-2007 &#8211; Maria da Conceição Araújo Martins</span></p>
<p class="NoSpacing" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Garamond;">2007-2010 &#8211; José Carlos Estrela Coelho</span></p>
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		<title>Albergaria-a-Velha e a sua Gastronomia</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 18:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[A gastronomia é hoje um dos principais motivos de atracção turística de qualquer região. Para além disso, é também uma importante componente do turismo que, como é sabido, é o responsável por uma fatia substancial do PIB do nosso país, transformado, cada vez mais, num país de serviços, aproveitando a sua localização e clima.
Desde há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2479" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="gastronomia_alb" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/05/gastronomia_alb.jpg" alt="gastronomia_alb" width="300" height="217" />A gastronomia é hoje um dos principais motivos de atracção turística de qualquer região. Para além disso, é também uma importante componente do turismo que, como é sabido, é o responsável por uma fatia substancial do PIB do nosso país, transformado, cada vez mais, num país de serviços, aproveitando a sua localização e clima.</p>
<p>Desde há alguns anos, a gastronomia é igualmente considerada “Património”, a classificar, a estudar, a preservar e divulgar, inclusive a certificar, como aconteceu recentemente com os Ovos Moles de Aveiro.</p>
<p>Apesar das instituições que têm obrigação de o fazer pouco ou nada terem feito, não se pense que o concelho de Albergaria-a-Velha não possui nada de relevante que não mereça ser preservado, estudado e salvaguardado, seja na área do património arqueológico, edificado, cultural ou mesmo gastronómico.</p>
<p>É precisamente sobre este último que aqui vos falarei hoje. Das suas qualidades e tradições, assim como das suas potencialidades e subaproveitamento para os mais diversos fins como o têm feito, e bem, grande parte dos concelhos nossos vizinhos.</p>
<p>Senão vejamos. Quem nunca provou e confirmou a excelente qualidade de alguma da gastronomia tradicional do nosso concelho? Quem nunca provou enguias fritas ou de escabeche, leitão assado, lampreias em arroz ou à bordalesa, peixinhos do rio fritos, ou vitela assada? Quem nunca provou pães ou padas, regueifas, pães doces, folares, broas, ou biscoitos diversos como, raivas, rosquilhas, bolos de gema ou turcos? Já para não falar em rabanadas e bilharacos?<br />
Enfim, após esta pequena apresentação, afinal todos nós nos lembramos de que temos gastronomia diversificada e de grande qualidade.</p>
<p>Mas para além disso, esta não é uma gastronomia de hoje, sem raízes nem tradições, aproveitada e adaptada de outras terras ou regiões.</p>
<p>Na muita documentação que tenho consultado ao longo dos anos, pontualmente vou encontrando pequenas referências à nossa gastronomia. Por isso, aqui destacarei hoje o pão, o leitão e os biscoitos.<br />
Primeiro o pão. Segundo um apontamento datado de 1882: os <em>“bolos de pão alvo &#8230; da casa da Ti Quitéria do Agostinho, ou ainda da Ti Costa &#8230;. As duas boas creaturas indicadas &#8230; exerciam a vida de padeiras com o maior aperfeiçoamento e aceitação dos consumidores ainda de muito longe. A primeira fabricava pão para o ultimo Bispo de Aveiro, D. Manuel Pacheco de Rezende &#8211; tres vezes por semana era o Paço Episcopal fornecido; e ambas a seu turno o Convento de Serém. Muitas terras há que possuem especialidades a certo ramo da industria. Albergaria Velha dedica-se ao fabrico de pão, e é da sua labra o feitio dos pães emitando pujadas têtas, … sem se vêr igual em outra parte, a não ser por emitação”</em>. Por aqui facilmente se vê como o pão confeccionado em Albergaria-a-Velha era afamado na região, e que outros aqui vinham consumir e imitar as nossas produções.</p>
<p>Depois o leitão. Um outro apontamento do final do século XIX informa-nos de que <em>“entre os bons assadores de leitão, que é das melhores iguarias que em Albergaria se prepara, há o costume de o trazerem uma ou outra vez a arejar, depois de meio assado, para o constiparem, dizem. A pele assim torna-se mais quebradiça e a carne tenra e enxuta. A expressão “leitoeiro” utilizava-se quando se referiam a um apreciador de leitão”</em>. Também esta pequena nota nos demonstra como era já tradição o leitão assado no nosso concelho, e como era já umas das principais iguarias que aqui se preparava.</p>
<p>Por fim, os biscoitos. Nesta matéria, existia em Albergaria-a-Velha desde o final do século XIX uma pequena fábrica de bolachas e biscoitos que atingiu grande fama na região, a “Loja Nova”, situada na Rua de Santo António, fundada por Joaquim Ribeiro e Silva.</p>
<p>Os seus produtos, de grande qualidade, eram equiparados aos melhores de Coimbra e Porto, e por esse motivo eram expedidos para todo o país. Mesmo depois do proprietário ter transferido residência para o Porto, os seus familiares aqui mantiveram a sua produção de escala mais regional por mais alguns anos. De entre os seus produtos, os mais procurados eram os biscoitos, raivas e folares da Páscoa.  A tradição de confeccionar este género de produtos conseguiu manter-se viva ao longo dos anos, graças inicialmente à “Casa Turco” e actualmente a D. Margarida Ferreira, herdeira das receitas destes afamados doces regionais.</p>
<p>Por estas três amostras bem se antevêem as potencialidades da gastronomia do nosso concelho. Mas, se tudo isto não bastasse, ainda assistimos, impávidos e serenos, ao aproveitamento, e bem, com fins económicos e turísticos, por parte dos nossos concelhos vizinhos, de alguns destes produtos.</p>
<p>Senão vejamos: o pão. Quem ainda não foi ao Museu do Pão, em Seia, que ali atrai milhares de pessoas anualmente, ou ao Festival da Broa de Avanca, organizado pela Confraria da Broa ali existente. Ora sendo o concelho de Albergaria-a-Velha um dos que mais moinhos, moleiros e padeiros teve, porque nunca aproveitou esses recursos para fins semelhantes? O pão do Fontão e de Albergaria-a-Nova continua a ser do melhor que há.</p>
<p>Depois o leitão, que Águeda transforma na Festa do Leitão e ali faz deslocar milhares de pessoas, ou que Anadia e Mealhada divulgam há muitos mais anos de forma bem rentável. No nosso concelho, temos uma forma diferente de o assar, mais saudável, como se pode comprovar com o sucesso que é a “Casa dos Leitões” em Angeja.<br />
As enguias enlatadas, que uma empresa da Murtosa exporta para todo o mundo, contrapõem com as que aqui podemos saborear, fritas ou de escabeche.</p>
<p>E as lampreias que Sever do Vouga transforma no Festival da Lampreia, ali levando milhares de pessoas, enquanto assistimos à sua passagem a subir os rios que existem na quase totalidade das freguesias do nosso concelho, sem delas fazermos aproveitamento económico e turístico, fosse com arroz ou à bordalesa. Ou a vitela, que também Sever do Vouga bem divulga e apresenta, enquanto nós por cá nos limitamos a prová-la sem grande divulgação. Até os folares que Ílhavo apresenta como bandeira concelhia, são aqui feitos com mestria e em nada lhes ficam atrás, com ou sem ovos.</p>
<p>Apenas os biscoitos diversos descendentes da “Casa Turco” ainda levam longe o bom nome de Albergaria-a-Velha, mas até quando? Parece que apenas a regueifa e o pão doce estão esquecidos e ainda ninguém se lembrou de os aproveitar para fins económicos e turísticos nos concelhos vizinhos, já que as rabanadas e os bilharacos são produtos mais sazonais. A título de curiosidade, as famosas cavacas típicas das Festas de São Gonçalinho, em Aveiro, foram este ano confeccionadas no nosso concelho, na Branca.</p>
<p>Agora, se a estas qualidades gastronómicas e potencialidades turísticas adicionarmos um outro condimento – a excelente localização geográfica do concelho de Albergaria-a-Velha –, então porque não salvaguardamos e divulgamos os nossos excelentes produtos gastronómicos, prestando diversos “serviços” ao mesmo tempo que salvamos o nosso “Património”, atraímos turismo, criamos emprego, geramos riqueza e divulgamos algumas das boas coisas que ainda existem no nosso concelho.</p>
<p>04-05-2010<br />
Fonte: Dr. Delfim Bismarck</p>
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		<title>Pedido de fotos: &#8220;Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 01:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Delfim Bismarck Ferreira e Rafael Marques Vigário estão a elaborar um estudo intitulado “Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República”, o qual pretende fazer uma análise aprofundada do que foi Albergaria-a-Velha em 1910.
Esse estudo analisará aspectos diversos, como: a Organização Administrativa, Administração do Concelho, Câmara Municipal, Regedoria, Junta de Paróquia / Freguesia, Organização Judicial, Comarca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1957" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="1910" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/03/1910.jpg" alt="1910" width="297" height="196" />Delfim Bismarck Ferreira e Rafael Marques Vigário estão a elaborar um estudo intitulado “Albergaria-a-Velha 1910 – da Monarquia à República”, o qual pretende fazer uma análise aprofundada do que foi Albergaria-a-Velha em 1910.</p>
<p>Esse estudo analisará aspectos diversos, como: a Organização Administrativa, Administração do Concelho, Câmara Municipal, Regedoria, Junta de Paróquia / Freguesia, Organização Judicial, Comarca e Tribunal, Cadeia, Fazenda Pública, Ensino, Assistência Médica e Hospitalar, Vida Cultural e Associativa, Vida Social, Comércio, Indústria, Vida Rural, Rede Viária, Transportes, Imprensa Local, Emigração, Arte e Arquitectura, Partidos Políticos, Religião, 1910 – mês a mês, e um longo capítulo final com Biografias de todos os que em 1910 habitavam na vila de Albergaria-a-Velha (de maior idade, fossem naturais ou não).</p>
<p>Por esse motivo, pedimos a todos aqueles que possuam fotografias de avós, bisavós ou trisavós que habitavam em Albergaria-a-Velha em 1910, o favor de entrar em contacto connosco através do email geral@portaldealbergaria.com</p>
<p>Antecipadamente, os autores agradecem todos os contributos para a valorização deste trabalho.</p>
<p>02-03-2010</p>
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		<title>Autores Albergarienses: Bento Álvares Ferreira</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 00:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasceu em 27 de Março de 1817, na Rua de Cima (hoje Rua Dr. Alexandre de Albuquerque), em Albergaria-a-Velha, onde foi baptizado em 7 de Abril do mesmo ano na Igreja Paroquial de Santa Cruz, pelo Padre José Bernardino Gonçalves, tendo por padrinhos: seus primos, Patrício Theodoro Álvares de Carvalho e D. Maria Benedita Álvares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1945" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="bento" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/03/bento.jpg" alt="bento" width="243" height="291" />Nasceu em 27 de Março de 1817, na Rua de Cima (hoje Rua Dr. Alexandre de Albuquerque), em Albergaria-a-Velha, onde foi baptizado em 7 de Abril do mesmo ano na Igreja Paroquial de Santa Cruz, pelo Padre José Bernardino Gonçalves, tendo por padrinhos: seus primos, Patrício Theodoro Álvares de Carvalho e D. Maria Benedita Álvares Ferreira.</p>
<p>Era filho de Manuel Ferreira dos Santos Júnior, proprietário, e de sua mulher D. Maria Clara Álvares de Oliveira, neto paterno de Manuel Ferreira dos Santos e de sua mulher D. Agostinha Álvares da Silva, e neto materno dos 1.ºs Senhores da “Casa do Mouro”, Francisco Dias de Oliveira e sua mulher D. Maria Joana Álvares Ferreira.</p>
<p>Casou em 11 de Fevereiro de 1846, na Igreja Paroquial de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, num acto celebrado pelo Rev. Cura António Marques de Campos, com sua prima em 3.º e 4.º grau de consanguinidade, D. Matilde Angélica Álvares de Carvalho, filha dos 3.ºs Senhores da “Casa de Santo António”, António Constantino Álvares de Lemos Tavares e Carvalho e sua mulher D. Theodora Angélica Álvares Ferreira de Carvalho.</p>
<p>Bento, foi <em>“Homem de vasta cultura e desempenhou papel relevante na vida local, precisamente quando o Concelho, criado em 1834, carecia de quadros habilitados para a sua organização e consolidação”</em>.</p>
<p>Foi Secretário da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, de 1839 a 1842, altura em que redigiu e dispôs as primeiras <em>“Posturas da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha”</em>, em 1841, notável documento do municipalismo português.</p>
<p>Mais tarde, foi Vereador e Presidente da Câmara Municipal do mesmo concelho; Administrador do Concelho de Albergaria-a-Velha, desde 15 de Maio de 1848 a 10 de Junho de 1853, como substituto, mas em efectivo serviço sempre, e efectivo até 4 de Setembro de 1857, e ainda, Administrador das Minas da Pena, em Valmaior, até 1862.</p>
<p>Em 1870, publicou na Imprensa da Universidade de Coimbra a sua obra “Biblioteca da Gente do Campo”, obra de grande interesse para todos aqueles que se dedicavam à vida rural.</p>
<p>Ao longo da sua vida, foi ainda: Proprietário; co-fundador e Juiz da Irmandade de Nossa Senhora do Socorro, em 1880/81, e Juiz Ordinário do Julgado de Albergaria-a-Velha por largos anos até à sua morte, em 5 de Dezembro de 1884, na “Casa do Agro”, deixando três filhos: Patrício Theodoro, José Vicente e João Patrício Álvares Ferreira.</p>
<p>02-03-2010<br />
Texto: Dr. Delfim Bismarck</p>
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		<title>Motociclismo em Albergaria-a-Velha &#8211; 1987 (3)</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 16:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Para terminar esta série de videos das provas de motociclismo em Albergaria aqui fica a última prova de 1987, a classe TT F1.
A prova de TT F1 acabou por ser emocionante, com momentos de despique pela primeira posição. Fernando Ferreira dominou, exibindo uma condução agressiva e espectacular, mas Eduardo Mascarenhas não lhe deu descanso, chegando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1859" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="motos_ttf1" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/02/motos_ttf1.jpg" alt="motos_ttf1" width="300" height="225" />Para terminar esta série de videos das provas de motociclismo em Albergaria aqui fica a última prova de 1987, a classe TT F1.</p>
<p><em>A prova de TT F1 acabou por ser emocionante, com momentos de despique pela primeira posição. Fernando Ferreira dominou, exibindo uma condução agressiva e espectacular, mas Eduardo Mascarenhas não lhe deu descanso, chegando mesmo a aproximar-se perigosamente no final. José Santos tinha que lutar com a sua RDLC 500, cuja motor pontudo não ajudava, e um futuro campeão nacional, Vitor Fidalgo, dava aqui os seus primeiros passos, numa Suzuki que era um verdadeiro chaço.</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="630" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9329058&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="630" height="473" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9329058&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>19-02-2010<br />
Fonte: Fonte: Alberto Pires / <a href="http://enjoybikes.blogspot.com/" target="_blank">enjoybikes.blogspot.com</a></p>
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		<title>Autores Albergarienses: Dom Patrício da Conceição Agro e Lemos</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasceu em 13 de Abril de 1765, na Rua Direita, em Albergaria-a-Velha, onde foi baptizado em 21 do mesmo mês e ano na Igreja Paroquial de Santa Cruz, pelo Padre Cura Luís Tavares, tendo por padrinhos: o primo Rev. Dr. Patrício José Álvares Ferreira Branco, filho de Vicente Ferreira, e a tia paterna D. Dionísia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1760" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="alberg_antiga" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/02/alberg_antiga.jpg" alt="alberg_antiga" width="280" height="191" />Nasceu em 13 de Abril de 1765, na Rua Direita, em Albergaria-a-Velha, onde foi baptizado em 21 do mesmo mês e ano na Igreja Paroquial de Santa Cruz, pelo Padre Cura Luís Tavares, tendo por padrinhos: o primo Rev. Dr. Patrício José Álvares Ferreira Branco, filho de Vicente Ferreira, e a tia paterna D. Dionísia Josefa Álvares Ferreira, mulher do mesmo Vicente Ferreira, e por testemunhas: João dos Santos da Cruz e Gabriel da Silva, todos da mesma freguesia. Era filho de Luiz Álvares Ferreira Branco e de D. Maria da Silva Agro e Lemos, neto paterno dos 1ºs Senhores da “Casa do Outeiro ou da Rua de Cima” Mathias Álvares Ferreira e D. Ana André, e neto materno dos 3ºs Senhores da “Casa do Agro” Mathias da Silva Agro e D. Maria Nunes Tavares de Carvalho.</p>
<p>Foi 6º Senhor da “casa do Agro”, em Albergaria-a-Velha, Abade Crúzio e Cónego Regrante de Santo Agostinho em Santa Cruz de Coimbra. (Os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, eram eclesiásticos que para além de servirem numa paróquia, pregavam, leccionavam e cuidavam dos enfermos. Usavam roqueta sobre sotaina preta e capa preta de capuz). Escritor bíblico, foi autor da obra “Conclusiones Populi Israelitici” em 1785.</p>
<p>Assistiu alguns anos no Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia, onde foi Bibliotecário, sendo daí mandado paroquiar para São Martinho de Salreu, onde não chegou a tomar posse por este padroado estar contestado aos Crúzios.</p>
<p>De seguida, foi apresentado na Abadia de Gondelhães, em Penafiel, sendo pouco depois transferido para a Abadia de Santo André de Cristelos, em Santo Tirso.</p>
<p>Foi dispensado em 15 de Fevereiro de 1797, pelo núncio de Sua santidade, Dom Bartolomeu de Pacca-Córdova Malaspina, legado de Pio VI, Arcebispo de Damietta. Este Dom Bartolomeu de Pacca, foi nomeado Cardeal por Pio VII em 1801, foi Pro-Secretário de Estado em 1808,e acabou preso em Frénestelles como autor da Bula de excomunhão contra Napoleão I.</p>
<p>Depois de dispensado, D. Patrício recolheu à “Casa do Agro”, para a companhia de seus irmãos Dr. João Patrício e D. Margarida Venância, vindo a falecer em 7 de Dezembro de 1842, sendo sepultado no dia seguinte na Capela-mor da Igreja de Albergaria-a-Velha.</p>
<p>09-10-2010<br />
Texto: Dr. Delfim Bismarck Ferreira</p>
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		<title>Motociclismo em Albergaria-a-Velha &#8211; 1987 (2)</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 01:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Alberto Pires adicionou hoje no post do seu blog a classe de 125cc na prova de motociclismo em Albergaria-a-Velha / 1987 .
Aqui fica o texto e o novo vídeo disponível online:
A prova de 125 foi pouco concorrida, tendo os pilotos do Trofeu Lubritex optado maioritariamente por não comparecer. 
Ainda assim o Costa Paulo deu espectáculo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1737" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Motociclismo em Albergaria - 1987" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/02/motos2.jpg" alt="Motociclismo em Albergaria - 1987" width="300" height="215" />Alberto Pires adicionou hoje no post do <a href="http://enjoybikes.blogspot.com" target="_blank">seu blog</a> a classe de 125cc na prova de motociclismo em Albergaria-a-Velha / 1987 .</p>
<p>Aqui fica o texto e o novo vídeo disponível online:</p>
<p><em>A prova de 125 foi pouco concorrida, tendo os pilotos do Trofeu Lubritex optado maioritariamente por não comparecer. </em></p>
<p><em>Ainda assim o Costa Paulo deu espectáculo, impondo-se ao José Dias na parte final da prova, que estreava uma Yamaha TZR 125.</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="630" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9232282&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="630" height="473" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9232282&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>06-02-2010<br />
Fonte: Alberto Pires / <a href="http://enjoybikes.blogspot.com/" target="_blank">enjoybikes.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Motociclismo em Albergaria-a-Velha &#8211; 1987</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 18:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[
O Portal de Albergaria descobriu na blogosfera uma autêntica pérola da história dos desportos motorizados em Albergaria-a-Velha. Nos anos 80 as provas de motociclismo animaram a Vila, levando à rua centenas de pessoas.  Para além de máquinas e pilotos é também possível observar no video as diferenças de algumas ruas e edifícios para os dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1711" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="motos1987" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/02/motos1987.jpg" alt="motos1987" width="300" height="216" /></p>
<p>O Portal de Albergaria descobriu na blogosfera uma autêntica pérola da história dos desportos motorizados em Albergaria-a-Velha. Nos anos 80 as provas de motociclismo animaram a Vila, levando à rua centenas de pessoas.  Para além de máquinas e pilotos é também possível observar no video as diferenças de algumas ruas e edifícios para os dias de hoje.</p>
<p><em>Viviam-se tempos de mudança, experimentavam-se regulamentos desportivos e uma fórmula de sucesso, o Trofeu Lubritex, já estava no terreno. </em></p>
<p><em>O traçado era perigoso, com muitos postes, ribanceiras e areia nas bermas, e talvez por isso a prova tenha sido obrigada a sair do calendário, realizando-se como extra-campeonato, perdendo assim muitos dos pilotos da classe 125. Comecem por apreciar a classe de 80 cc.</em></p>
<p><em><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
</em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="630" height="473" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9092550&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="630" height="473" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9092550&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>Algumas das imagens foram recolhidas por Carlos Teixeira e Jorge Lopes.</em></p>
<p>03-02-2010<br />
Fonte: Alberto Pires / <a href="http://enjoybikes.blogspot.com" target="_blank">enjoybikes.blogspot.com</a></p>
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		<title>Banda Alba nos anos 40/50</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 11:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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Recebemos do nosso estimado leitor Manuel Bernardino a seguinte contribuição via email:
&#8220;Consegui através do meu Tio e Padrinho (Manuel Pereira Oliveira), conhecido por Manuel Sapateiro que fez parte da Banda Alba nos seus primórdios, uma foto histórica, que se supõe ser uma das mais antigas senão a mais antiga da Filarmónica Alba conhecida por Banda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1670" title="bandaalba" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/02/bandaalba.jpg" alt="bandaalba" width="630" height="491" /></p>
<p>Recebemos do nosso estimado leitor Manuel Bernardino a seguinte contribuição via email:</p>
<p><em>&#8220;Consegui através do meu Tio e Padrinho (Manuel Pereira Oliveira), conhecido por Manuel Sapateiro que fez parte da Banda Alba nos seus primórdios, uma foto histórica, que se supõe ser uma das mais antigas senão a mais antiga da Filarmónica Alba conhecida por Banda Alba, que segundo o meu Padrinho será dos anos 40/50.</em></p>
<p><em>Envio esta preciosidade na esperança de que seja inserida no portal, anexo os nomes que me foram transcritos pelo meu padrinho, para legendarem a referida foto. Segundo eles já poucos fazen parte do reino dos vivos, mas os familiares irão ficar felizes por verem os seus antepassados nessa foto.</em></p>
<p><em>Um abraço amigo do Manuel Bernardino, que envia um Grande Abraço ao seu Padrinho que se encontra agarrado a uma cama na sua residencia em Águeda.&#8221;</em></p>
<p>O nosso agradecimento ao conterrâneo Manuel Bernardino pela sua valiosa contribuição para a nossa secção de História.</p>
<h2>Na Foto</h2>
<p><strong>1ª fila da esquerda para a direita: </strong>Manuel Cartaxo, Manuel Renta, José Alho, Alberto do Porto, Maestro Francisco Marques Neto, Jaime Carvalho, Elmano Rouxinol, Manuel Caixeiro, Octávio Castro.</p>
<p><strong>2ª fila da esquerda para a direita: </strong>Chico Viúvo, Manuel Lua, António Russo, Justino Castro, José Arede, Mário (Porto)?, Jaquetas (Adjunto do contínuo), Irmão do Alfredo Caldeirão, Jaime Garrafa.</p>
<p><strong>3ª fila da esquerda para a direita:</strong> Matos, Alfredo Caldeirão, Paulo de Assilhó, Pereira, S.J.Loure???, António Moleiro (contínuo), Eduardo Fadolas.</p>
<p><strong>4ª fila da esquerda para a direita: </strong>Manuel Policia, Arménio de S.João de Loure, Hildebrando Lopes, Manuel Sapateiro, Rone, Joaquim Soares, Júlio Graeiro, Zeferino Sousa Nunes, José Correia de S.J.Loure, Delibrando da Serra.</p>
<p><strong>Faltam na foto pelo menos:</strong> Paquete, Amílcar Alho, Beirão, Manuel da Vinha, Filho do Pereira, João Reis, Chico Sacristão, etc…..</p>
<p><strong>Nota: </strong>Poderá existir algumas informações imprecisas, pois a memória já falta, pelo que deverá tentar conseguir mais informação doutras pessoas ainda vivas ou familiares. <em>Informação de Manuel Sapateiro em 24-12-2009.</em></p>
<h2>Filarmónica Albergariense e Banda Alba</h2>
<p>A denominada Philarmonica Albergariense terá existido desde 1860, embora só tenha sido criada oficialmente por escritura de 10 de Março de 1878.</p>
<p>Entretanto surgiu a Banda dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha em 1932, a qual foi extinta em 1937 e transformada em Banda de Albergaria (e Banda da Amizade Albergariense em 1938) que, embora já não estando relacionada com a Associação de Bombeiros, utilizava ainda o seu instrumental.</p>
<p>Em 29 de Setembro de 1938, passa a chamar-se Banda de Música de Albergaria-a-Velha, sendo então já completamente dependente das Fábricas Alba, passando rapidamente a denominar-se Banda das Fábricas Metalúrgicas Alba, mais conhecida por “Banda Alba”, que se estreou na noite de 22 de Abril de 1939.</p>
<p>Com a pujança que esta banda foi adquirindo, devido ao forte apoio das Fábricas Alba, a Philarmónica Albergariense ainda resistiu aproximadamente uma década, sendo posteriormente “absorvida&#8221; pela Banda Alba.</p>
<p>Também a Banda Alba acabaria por se extinguir na década de 60, criando uma lacuna na educação musical e cultural na sede de Concelho.</p>
<p>03-02-2010<br />
Fontes: Manuel Bernardino / Adaptado de Delfim Bismarck Ferreira, Jornal de Albergaria (11.09.2001)</p>
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		<title>Christiano Vicente Leal &#8211; Pintor retratista e fotógrafo (1848-1911)</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 10:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alvaro Rui</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Christiano Vicente Leal foi um pintor retratista e fotógrafo de elevada qualidade que, após ter vivido alguns anos em Lisboa, se instalou com ateliê em Albergaria-a-Velha por volta de 1880. Aqui casou e viveu até meados de 1889, altura em que abriu ateliê no Porto onde se residia alternadamente com Albergaria-a-Velha, aqui falecendo em 1911.
Desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1633" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Figura1" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/02/Figura12.jpg" alt="Figura1" width="286" height="286" />Christiano Vicente Leal foi um pintor retratista e fotógrafo de elevada qualidade que, após ter vivido alguns anos em Lisboa, se instalou com ateliê em Albergaria-a-Velha por volta de 1880. Aqui casou e viveu até meados de 1889, altura em que abriu ateliê no Porto onde se residia alternadamente com Albergaria-a-Velha, aqui falecendo em 1911.</p>
<p>Desde há muito que tínhamos conhecimento da existência deste artista na vila de Albergaria-a-Velha no final do século XIX, pois para além da imprensa local o referir diversas vezes, sabíamos que fora amigo de nosso bisavô Patrício Theodoro Álvares Ferreira. Tínhamos também conhecimento de que fora um artista de grande qualidade, cuja vida e obra se encontravam ainda por estudar, mas o não conhecimento de uma obra gráfica suficientemente extensa que sustentasse a relevância de um estudo, a inexistência de referências ao seu trabalho em qualquer dicionário biográfico de pintores portugueses, bem como a escassa informação biográfica de que dispúnhamos, foi adiando a nossa pesquisa sobre esta figura.</p>
<p>Recentemente, através do nosso amigo jornalista Valter Santos, o qual acidentalmente teve conhecimento da existência de uma bisneta do pintor que possuía quatro retratos da sua autoria, que nos abordou no sentido de tentar saber mais sobre a sua obra, obtivemos as condições necessárias para o arranque deste estudo.</p>
<p>No último quartel do século XIX, Albergaria-a-Velha era um local onde todas as novidades chegavam rapidamente. A vila era atravessada pelas principais vias de comunicação do reino, nomeadamente as Estadas Reais de Lisboa ao Porto e de Aveiro a Viseu. Essa privilegiada localização tornava-a numa vila bem informada onde afluíam todas as novidades existentes no reino, fossem elas políticas, científicas ou culturais.</p>
<p>Desde reis a políticos, escritores, cientistas e artistas, todos os que do Sul se dirigissem ao Norte por aqui teriam de passar, e alguns deles alimentar-se e/ou pernoitar. A vida social local era de alguma forma cultivada pontualmente em <em>soirées</em> dançantes no Club, em tertúlias e numa ou outra festividade familiar e religiosa. A vida cultural resumia-se, praticamente, à música, onde a Filarmónica Albergariense arrastava alguns indivíduos do sexo masculino, à actividade teatral local ou de grupos que estando de passagem aqui actuavam, ao carnaval e a pontuais sessões cinematográficas e pouco mais.</p>
<p>É nesse ambiente que chega à vila de Albergaria-a-Velha, no início da década de 80 do século XIX Christiano Leal. As primeiras obras suas que conhecemos, são os retratos de António de Sá Barreto de Eça Figueira e Noronha, datado de 1874 e pintado já após a morte deste, e o de sua mulher D. Henriqueta Emília da Luz Mascarenhas de Carvalho, datado de 1879. Mas a datação destas duas obras, assim como o facto de este casal ter residido em Aveiro, fazem-nos levar a concluir que C. V. L. estivera já nesta cidade, muito provavelmente numa das suas viagens de angariação de trabalho. Mais ainda, no retrato de 1879, junto à assinatura e ao ano o autor assinala “Lisboa”, o que nos sugere que fosse ainda aí o seu ateliê e a sua residência.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1628" title="ass" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/02/ass.jpg" alt="ass" width="637" height="96" /></p>
<p>Poderemos avaliar como “obras maiores” de C. L., o retrato a óleo de Manuel Luiz Ferreira (Existente na Quinta do Cruzeiro, em Mogofores), obra com uma inegável qualidade plástica que prova a capacidade e mestria do pintor ainda no início da sua carreira, e o retrato a craion de sua mulher Guilhermina Augusta Fernandes de Almeida, o qual apresenta um realismo difícil de igualar.</p>
<p>Na verdade, ao cotejarmos a obra de C. L. com a dos demais pintores retratistas seus contemporâneos, podemos afirmar que integrou a nata de pintores retratistas do seu tempo, e não fosse o facto de ter vivido em Albergaria-a-Velha e mais tarde no Porto, teria, com certeza, uma outra projecção, assim como teria já a sua obra, há muito tempo, sido alvo de um estudo pormenorizado.</p>
<p>No seu ateliê recebia encomendas várias, deslocando-se quando a encomenda o justificaria. Para além dos ateliers do Porto e de Albergaria-a-Velha, C. V. L. deslocava-se com alguma frequência a outros pontos do país, como Lisboa, Coimbra ou a Beira, em busca de clientes.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1631" title="exp" src="http://www.portaldealbergaria.com/wp-content/uploads/2010/02/exp1.jpg" alt="exp" width="363" height="270" /></p>
<p><strong>Christiano Vicente Leal</strong>, Artista, nasceu a 20 de Novembro de 1848 na freguesia de Nossa Senhora da Graça de Palhais, no Barreiro, filho de Benevenuto António Leal e de sua mulher Luzia Maria de Jesus Leal, neto paterno de Manuel Leal e de Maria Lidoria, e neto materno de Vicente José de Carvalho e de Eugénia Maria, todos da vila de Coina, freguesia de Nossa Senhora da Graça de Palhais, Barreiro.</p>
<p>Casou em 12 de Março de 1881 na igreja paroquial de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, com <strong>D.</strong> <strong>Guilhermina Augusta Fernandes de Almeida</strong>, Professora Oficial de Instrução Primária na Escola Feminina de Albergaria-a-Velha (Escola Conde de Ferreira), nascida em 9 de Fevereiro de 1858 em Eixo, Aveiro.</p>
<p>Christiano faleceu em 26 de Abril de 1911 na Rua Miguel Bombarda, em Albergaria-a-Velha, e foi sepultado em jazigo de família no cemitério de Eixo. A Prof.ª Guilhermina Augusta faleceu em 3 de Abril de 1915, vindo a ser sepultada no referido cemitério.</p>
<p>Residiram <em>na casa d’aulla do Conde de Ferreira</em>, no Largo da Praça Nova em Albergaria-a-Velha, onde tiveram quatro filhas: Christiana, Rosa, Joana Octávia e Flávia.</p>
<p>01-02-2010<br />
Artigo: Dr. Delfim Bismarck</p>
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