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Motociclismo em Albergaria-a-Velha – 1987 (3)(0) Para terminar esta série de videos das provas de motociclismo em Albergaria aqui fica a última prova de 1987, a classe TT F1. A prova de TT F1 acabou por ser emocionante, com momentos de despique pela primeira posição. Fernando Ferreira dominou, exibindo uma condução agressiva e espectacular, mas Eduardo Mascarenhas não lhe deu descanso, chegando mesmo a aproximar-se perigosamente no final. José Santos tinha que lutar com a sua RDLC 500, cuja motor pontudo não ajudava, e um futuro campeão nacional, Vitor Fidalgo, dava aqui os seus primeiros passos, numa Suzuki que era um verdadeiro chaço. . . 19-02-2010 |
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Autores Albergarienses: Dom Patrício da Conceição Agro e Lemos(0) Nasceu em 13 de Abril de 1765, na Rua Direita, em Albergaria-a-Velha, onde foi baptizado em 21 do mesmo mês e ano na Igreja Paroquial de Santa Cruz, pelo Padre Cura Luís Tavares, tendo por padrinhos: o primo Rev. Dr. Patrício José Álvares Ferreira Branco, filho de Vicente Ferreira, e a tia paterna D. Dionísia Josefa Álvares Ferreira, mulher do mesmo Vicente Ferreira, e por testemunhas: João dos Santos da Cruz e Gabriel da Silva, todos da mesma freguesia. Era filho de Luiz Álvares Ferreira Branco e de D. Maria da Silva Agro e Lemos, neto paterno dos 1ºs Senhores da “Casa do Outeiro ou da Rua de Cima” Mathias Álvares Ferreira e D. Ana André, e neto materno dos 3ºs Senhores da “Casa do Agro” Mathias da Silva Agro e D. Maria Nunes Tavares de Carvalho. Foi 6º Senhor da “casa do Agro”, em Albergaria-a-Velha, Abade Crúzio e Cónego Regrante de Santo Agostinho em Santa Cruz de Coimbra. (Os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, eram eclesiásticos que para além de servirem numa paróquia, pregavam, leccionavam e cuidavam dos enfermos. Usavam roqueta sobre sotaina preta e capa preta de capuz). Escritor bíblico, foi autor da obra “Conclusiones Populi Israelitici” em 1785. Assistiu alguns anos no Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia, onde foi Bibliotecário, sendo daí mandado paroquiar para São Martinho de Salreu, onde não chegou a tomar posse por este padroado estar contestado aos Crúzios. De seguida, foi apresentado na Abadia de Gondelhães, em Penafiel, sendo pouco depois transferido para a Abadia de Santo André de Cristelos, em Santo Tirso. Foi dispensado em 15 de Fevereiro de 1797, pelo núncio de Sua santidade, Dom Bartolomeu de Pacca-Córdova Malaspina, legado de Pio VI, Arcebispo de Damietta. Este Dom Bartolomeu de Pacca, foi nomeado Cardeal por Pio VII em 1801, foi Pro-Secretário de Estado em 1808,e acabou preso em Frénestelles como autor da Bula de excomunhão contra Napoleão I. Depois de dispensado, D. Patrício recolheu à “Casa do Agro”, para a companhia de seus irmãos Dr. João Patrício e D. Margarida Venância, vindo a falecer em 7 de Dezembro de 1842, sendo sepultado no dia seguinte na Capela-mor da Igreja de Albergaria-a-Velha. 09-10-2010 |
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Motociclismo em Albergaria-a-Velha – 1987 (2)(5) Alberto Pires adicionou hoje no post do seu blog a classe de 125cc na prova de motociclismo em Albergaria-a-Velha / 1987 . Aqui fica o texto e o novo vídeo disponível online: A prova de 125 foi pouco concorrida, tendo os pilotos do Trofeu Lubritex optado maioritariamente por não comparecer. Ainda assim o Costa Paulo deu espectáculo, impondo-se ao José Dias na parte final da prova, que estreava uma Yamaha TZR 125. . . 06-02-2010 |
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Motociclismo em Albergaria-a-Velha – 1987(9)
O Portal de Albergaria descobriu na blogosfera uma autêntica pérola da história dos desportos motorizados em Albergaria-a-Velha. Nos anos 80 as provas de motociclismo animaram a Vila, levando à rua centenas de pessoas. Para além de máquinas e pilotos é também possível observar no video as diferenças de algumas ruas e edifícios para os dias de hoje. Viviam-se tempos de mudança, experimentavam-se regulamentos desportivos e uma fórmula de sucesso, o Trofeu Lubritex, já estava no terreno. O traçado era perigoso, com muitos postes, ribanceiras e areia nas bermas, e talvez por isso a prova tenha sido obrigada a sair do calendário, realizando-se como extra-campeonato, perdendo assim muitos dos pilotos da classe 125. Comecem por apreciar a classe de 80 cc. . Algumas das imagens foram recolhidas por Carlos Teixeira e Jorge Lopes. 03-02-2010 |
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Banda Alba nos anos 40/50(17)
Recebemos do nosso estimado leitor Manuel Bernardino a seguinte contribuição via email: “Consegui através do meu Tio e Padrinho (Manuel Pereira Oliveira), conhecido por Manuel Sapateiro que fez parte da Banda Alba nos seus primórdios, uma foto histórica, que se supõe ser uma das mais antigas senão a mais antiga da Filarmónica Alba conhecida por Banda Alba, que segundo o meu Padrinho será dos anos 40/50. Envio esta preciosidade na esperança de que seja inserida no portal, anexo os nomes que me foram transcritos pelo meu padrinho, para legendarem a referida foto. Segundo eles já poucos fazen parte do reino dos vivos, mas os familiares irão ficar felizes por verem os seus antepassados nessa foto. Um abraço amigo do Manuel Bernardino, que envia um Grande Abraço ao seu Padrinho que se encontra agarrado a uma cama na sua residencia em Águeda.” O nosso agradecimento ao conterrâneo Manuel Bernardino pela sua valiosa contribuição para a nossa secção de História. Na Foto1ª fila da esquerda para a direita: Manuel Cartaxo, Manuel Renta, José Alho, Alberto do Porto, Maestro Francisco Marques Neto, Jaime Carvalho, Elmano Rouxinol, Manuel Caixeiro, Octávio Castro. 2ª fila da esquerda para a direita: Chico Viúvo, Manuel Lua, António Russo, Justino Castro, José Arede, Mário (Porto)?, Jaquetas (Adjunto do contínuo), Irmão do Alfredo Caldeirão, Jaime Garrafa. 3ª fila da esquerda para a direita: Matos, Alfredo Caldeirão, Paulo de Assilhó, Pereira, S.J.Loure???, António Moleiro (contínuo), Eduardo Fadolas. 4ª fila da esquerda para a direita: Manuel Policia, Arménio de S.João de Loure, Hildebrando Lopes, Manuel Sapateiro, Rone, Joaquim Soares, Júlio Graeiro, Zeferino Sousa Nunes, José Correia de S.J.Loure, Delibrando da Serra. Faltam na foto pelo menos: Paquete, Amílcar Alho, Beirão, Manuel da Vinha, Filho do Pereira, João Reis, Chico Sacristão, etc….. Nota: Poderá existir algumas informações imprecisas, pois a memória já falta, pelo que deverá tentar conseguir mais informação doutras pessoas ainda vivas ou familiares. Informação de Manuel Sapateiro em 24-12-2009. Filarmónica Albergariense e Banda AlbaA denominada Philarmonica Albergariense terá existido desde 1860, embora só tenha sido criada oficialmente por escritura de 10 de Março de 1878. Entretanto surgiu a Banda dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha em 1932, a qual foi extinta em 1937 e transformada em Banda de Albergaria (e Banda da Amizade Albergariense em 1938) que, embora já não estando relacionada com a Associação de Bombeiros, utilizava ainda o seu instrumental. Em 29 de Setembro de 1938, passa a chamar-se Banda de Música de Albergaria-a-Velha, sendo então já completamente dependente das Fábricas Alba, passando rapidamente a denominar-se Banda das Fábricas Metalúrgicas Alba, mais conhecida por “Banda Alba”, que se estreou na noite de 22 de Abril de 1939. Com a pujança que esta banda foi adquirindo, devido ao forte apoio das Fábricas Alba, a Philarmónica Albergariense ainda resistiu aproximadamente uma década, sendo posteriormente “absorvida” pela Banda Alba. Também a Banda Alba acabaria por se extinguir na década de 60, criando uma lacuna na educação musical e cultural na sede de Concelho. 03-02-2010 |
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Christiano Vicente Leal – Pintor retratista e fotógrafo (1848-1911)(3) Christiano Vicente Leal foi um pintor retratista e fotógrafo de elevada qualidade que, após ter vivido alguns anos em Lisboa, se instalou com ateliê em Albergaria-a-Velha por volta de 1880. Aqui casou e viveu até meados de 1889, altura em que abriu ateliê no Porto onde se residia alternadamente com Albergaria-a-Velha, aqui falecendo em 1911. Desde há muito que tínhamos conhecimento da existência deste artista na vila de Albergaria-a-Velha no final do século XIX, pois para além da imprensa local o referir diversas vezes, sabíamos que fora amigo de nosso bisavô Patrício Theodoro Álvares Ferreira. Tínhamos também conhecimento de que fora um artista de grande qualidade, cuja vida e obra se encontravam ainda por estudar, mas o não conhecimento de uma obra gráfica suficientemente extensa que sustentasse a relevância de um estudo, a inexistência de referências ao seu trabalho em qualquer dicionário biográfico de pintores portugueses, bem como a escassa informação biográfica de que dispúnhamos, foi adiando a nossa pesquisa sobre esta figura. Recentemente, através do nosso amigo jornalista Valter Santos, o qual acidentalmente teve conhecimento da existência de uma bisneta do pintor que possuía quatro retratos da sua autoria, que nos abordou no sentido de tentar saber mais sobre a sua obra, obtivemos as condições necessárias para o arranque deste estudo. No último quartel do século XIX, Albergaria-a-Velha era um local onde todas as novidades chegavam rapidamente. A vila era atravessada pelas principais vias de comunicação do reino, nomeadamente as Estadas Reais de Lisboa ao Porto e de Aveiro a Viseu. Essa privilegiada localização tornava-a numa vila bem informada onde afluíam todas as novidades existentes no reino, fossem elas políticas, científicas ou culturais. Desde reis a políticos, escritores, cientistas e artistas, todos os que do Sul se dirigissem ao Norte por aqui teriam de passar, e alguns deles alimentar-se e/ou pernoitar. A vida social local era de alguma forma cultivada pontualmente em soirées dançantes no Club, em tertúlias e numa ou outra festividade familiar e religiosa. A vida cultural resumia-se, praticamente, à música, onde a Filarmónica Albergariense arrastava alguns indivíduos do sexo masculino, à actividade teatral local ou de grupos que estando de passagem aqui actuavam, ao carnaval e a pontuais sessões cinematográficas e pouco mais. É nesse ambiente que chega à vila de Albergaria-a-Velha, no início da década de 80 do século XIX Christiano Leal. As primeiras obras suas que conhecemos, são os retratos de António de Sá Barreto de Eça Figueira e Noronha, datado de 1874 e pintado já após a morte deste, e o de sua mulher D. Henriqueta Emília da Luz Mascarenhas de Carvalho, datado de 1879. Mas a datação destas duas obras, assim como o facto de este casal ter residido em Aveiro, fazem-nos levar a concluir que C. V. L. estivera já nesta cidade, muito provavelmente numa das suas viagens de angariação de trabalho. Mais ainda, no retrato de 1879, junto à assinatura e ao ano o autor assinala “Lisboa”, o que nos sugere que fosse ainda aí o seu ateliê e a sua residência. Poderemos avaliar como “obras maiores” de C. L., o retrato a óleo de Manuel Luiz Ferreira (Existente na Quinta do Cruzeiro, em Mogofores), obra com uma inegável qualidade plástica que prova a capacidade e mestria do pintor ainda no início da sua carreira, e o retrato a craion de sua mulher Guilhermina Augusta Fernandes de Almeida, o qual apresenta um realismo difícil de igualar. Na verdade, ao cotejarmos a obra de C. L. com a dos demais pintores retratistas seus contemporâneos, podemos afirmar que integrou a nata de pintores retratistas do seu tempo, e não fosse o facto de ter vivido em Albergaria-a-Velha e mais tarde no Porto, teria, com certeza, uma outra projecção, assim como teria já a sua obra, há muito tempo, sido alvo de um estudo pormenorizado. No seu ateliê recebia encomendas várias, deslocando-se quando a encomenda o justificaria. Para além dos ateliers do Porto e de Albergaria-a-Velha, C. V. L. deslocava-se com alguma frequência a outros pontos do país, como Lisboa, Coimbra ou a Beira, em busca de clientes. Christiano Vicente Leal, Artista, nasceu a 20 de Novembro de 1848 na freguesia de Nossa Senhora da Graça de Palhais, no Barreiro, filho de Benevenuto António Leal e de sua mulher Luzia Maria de Jesus Leal, neto paterno de Manuel Leal e de Maria Lidoria, e neto materno de Vicente José de Carvalho e de Eugénia Maria, todos da vila de Coina, freguesia de Nossa Senhora da Graça de Palhais, Barreiro. Casou em 12 de Março de 1881 na igreja paroquial de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, com D. Guilhermina Augusta Fernandes de Almeida, Professora Oficial de Instrução Primária na Escola Feminina de Albergaria-a-Velha (Escola Conde de Ferreira), nascida em 9 de Fevereiro de 1858 em Eixo, Aveiro. Christiano faleceu em 26 de Abril de 1911 na Rua Miguel Bombarda, em Albergaria-a-Velha, e foi sepultado em jazigo de família no cemitério de Eixo. A Prof.ª Guilhermina Augusta faleceu em 3 de Abril de 1915, vindo a ser sepultada no referido cemitério. Residiram na casa d’aulla do Conde de Ferreira, no Largo da Praça Nova em Albergaria-a-Velha, onde tiveram quatro filhas: Christiana, Rosa, Joana Octávia e Flávia. 01-02-2010 |
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Fotos de Albergaria antiga(8) Recebemos do Sr. Rui Castanheira, a quem desde já agradecemos, um conjunto de 4 fotos de Albergaria antiga.
04-12-2009 |
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“Nomes das ruas” ao longo dos tempos(7) As maiores alterações na toponímia local ocorreram em 1889, 1910 (com a implantação da Répública) e já na década de 1990. Nomes como Jogo, Bócas, Alagoa, Atoleiro, Cortinhal, Ladeira, Farrapa, Cruzes ou Trapas já existiam no século XVIII. A Rua do Hospital foi crismada, temporariamente, de Tenente Roby após a derrota da Monarquia do Norte, em 1919. De 1910 até 1960: D. João Nogueira e Melo e Augusto Martins Pereira, para ruas que vão da zona sos Salgueirinhos ao sul da vila, e Bernardino Máximo Albuquerque para a avenida construída na década de 1930. A parte da rua de Campinho foi dado o nome do Eng. Duarte Pacheco. A praça entre a Rua Almirante Reis e o caminho de ferro teve o nome de Salazar, até ser retirado em 1974. Em 1890, Frossos ganhou as Ruas Conselheiro Augusto Maria de Castro (ex-Rua do Cruzeiro) e Bernardino Maximino Albuquerque (ex-Rua da Igreja). [Alquerubim] Rua da Fonte – Rua Dr. Nogueira e Melo [1908] Rua de Beduído – Rua Dr. Pereira Lemos [1908] Domitilia de Carvalho – Dr. Correia de Miranda Verificando os nomes de todos os bairros e ruas de Albergaria-Velha, em 1828, a começar de Nascente e Sul para norte e poente encontraremos: Salgueirinhos [Rua dos Mártires da Liberdade = MDL], Fonte: Albergaria e o Seu Concelho, António de Pinho (páginas 84 e 133) / Blog de Albergaria |
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